Primeiras semanas em Lisboa

Há pouco mais de duas semanas eu e meu marido chegávamos a este novo e enorme desafio: morar em um novo país, que ele sequer conhecia e eu mal lembrava. As dúvidas eram – e ainda são – muitas, mas as descobertas são diárias, assim como a saudade.

Felizmente, até o momento encontramos muitas pessoas gentis, pacientes, muitos brasileiros atendendo nos cafés e restaurantes (e tirando algumas de nossas dúvidas) e uma das coisas que mais pesou para que tivéssemos vontade de morar fora já se fez sentir desde os primeiros momentos: a segurança e tranquilidade em diferentes locais, a qualquer hora do dia ou da noite.

Como o Bruno já começou a trabalhar no dia seguinte à nossa chegada, aproveitamos o primeiro dia para fazer o trajeto do hotel até o escritório dele que fica no belo Parque das Nações. Estava bem frio e não muito sol, então não fizemos nada exatamente turístico como andar no teleférico, por exemplo.

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Parque das Nações, Lisboa
Bonde em Lisboa.
Estação do Rossio, Lisboa.

E, de lá para cá estamos concentrando nossos esforços em duas coisas: economizar a grana que trouxemos e achar um apartamento para alugar. Isso porque o hotel em que estamos não tem nem frigobar (muito menos qualquer coisa para esquentar água ou comida), então todas nossas refeições estão sendo feitas fora e isso pesa muito no orçamento. A questão é que com o boom turístico pelo qual Lisboa passou nos últimos anos, os proprietários estão preferindo colocar seus apartamentos e casas em plataformas como AirB’n’B e Uniplaces, pois podem cobrar bem mais, mesmo que não tenham a certeza de estar com seu imóvel alugado o tempo todo. Resultado: quase não há imóveis bem localizados e em boas condições para alugar na cidade e, quando surge algum, juro que até faz fila de possíveis inquilinos querendo visitar. Para terem uma ideia da situação, um dos imóveis que visitamos ficou aberto para interessados apenas dois dias e mesmo assim recebeu dezesseis (!) propostas. A isso soma-se o fato que não temos ninguém para ser nosso fiador e pronto, a batalha está feita.

Então, entre uma visita e outra – e uma chuva e outra – não tenho explorado a cidade como sonhava fazer e as fotos estão bem poucas e apenas feitas com o celular.

Avenida Liberdade, Lisboa.
Praça Marques de Pombal, Lisboa.

Só no primeiro final de semana que sacudimos a poeira e nos bandeamos para a baixa de Lisboa para ver alguns dos pontos mais famosos daqui, como a Praça do Comércio, e também para Belém comer os pastéis originais e visitar a Torre de Belém, um dos poucos lugares que lembrava da minha primeira visita à terrinha, 19 anos atrás.

Praça do Comércio, Lisboa.
Rua Augusta, Lisboa.
Torre de Belém.
Padrão dos Descobrimentos, Belém.

Com o tempo vou dando mais detalhes de bairros, restaurantes, passeios e tudo. Esse post foi mais um start mesmo nesse novo momento. Aliás, caso não sigam as redes sociais do blog, corram lá pois tenho jogado algumas coisinhas como fotos e breves relatos do dia a dia:

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Pronto? Pronto!

 

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