Depois de Nova York

Não é nenhum segredo que desde que voltei de Nova York o blog está aos trancos e barrancos. Tanto que, de lá para cá, fiz apenas 9 posts. Posts grandes, detalhados, com fotos, alguns com montagens, mas no final das contas, apenas 9. Ontem foi o último.

 

E, ao finalmente chegar ao post final da minha viagem devo dizer que o sentimento é dúbio: por um lado, sinto um enorme alívio pois, como eu não queria postar nada diferente enquanto não terminasse os relatos da viagem, o blog passou basicamente 8 meses “encalhado” nesse tema, afinal cadê tempo para escrever o post, escolher as fotos, fazer as montagens? Então, ufa! Agora volto me sentir a vontade parar voltar a falar de outras coisas.

 

Por outro lado, o saudosismo (sentimento quase permanente na minha vida canceriana) bate com uma força especial. Passados tantos meses dessa viagem, olho para ela como um marco. Além de ter sido um sonho realizado e de ter sido pedida em casamento em Nova York, assim que voltei fui demitida da agência onde trabalhava. Foi a primeira vez que isso aconteceu na minha carreira e, como foi uma consequência da crise e não de nada que eu pudesse ter evitado, fiquei um tanto perdida. A viagem, portanto, marca meus últimos instantes de um conforto – financeiro e psicológico – que foi embora sem avisar. Desde então sinto que, em vários aspectos, as coisas ainda não entraram nos eixos, então Nova York me traz a última memória da minha vida pré-furacão. Ao deixar os relatos dessa viagem para trás, sinto que também estou deixando essa parte saudosa da minha vida onde estava tudo mais bem reconhecível que agora. Mas a vida é assim: segue. E, a partir de agora, o blog também pode seguir rumo a novos temas e a outras transformações que estou planejando.

 

Novamente é possível que o blog entre em um hiato (ok, ele meio que já está em um), pois estou planejando uma mudança mais profunda nele que envolve layout, linha editorial, parcerias. E como tudo na vida envolve tempo e dinheiro, coisas que estamos sempre em falta e estão especialmente em falta para mim esse ano, eu ainda não sei o ritmo que vou conseguir imprimir nessas mudanças. Mas elas virão, pois precisam vir. Minha vida mudou muito, eu mudei muito e o caminho natural do blog é também se transformar.

 

Então, me despeço da vida pré-NYC e abraço de uma vez por todas o que veio (e vem) depois de Nova York.

 

ja não sou como era antes

 

 

(imagem via)

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New York 9 | Roteiro de 6 dias

Aleluia! Sim, chegamos finalmente ao derradeiro post sobre minha já distante viagem a Nova York.

Aqui, vou compartilhar uma sugestão de roteiro de 6 dias para quem quer ver as principais atrações. Esse é um roteiro bem próximo do que fiz, com algumas adaptações que hoje eu faria. Claro que cada viajante pode e deve meter a colher nele, escolhendo os passeios que quer ou não fazer, analisando a questão tempo tendo em mente o local de sua hospedagem, que tomara seja um pouco diferente da minha, e também que dia começa a viagem, pois é necessário ver que dias da semana as atrações estão abertas e em quais dias fecham.

Mas, acho que esse é um bom ponto inicial e, para meu objetivo especificamente, achei que fui muito feliz ao montar esse roteiro, pois consegui cumpri-lo quase totalmente e sem afobação. Lembre-se que a maior parte dos locais previstos nele estão comentados ao longo dos posts que publiquei aqui, então basta caçar na busca do blog para saber mais.

Abaixo faço um breve resumo do dia a dia e, no final do post, diponibilizo uma versão simples em PDF para quem quiser baixar e talvez imprimir. Então, boa viagem!


DIA 1

Neste primeiro dia, caso tenho comprado o New York Pass, sugiro buscá-lo logo cedo. Se quiser, pode antes dar uma passadinha na Carlos Bakery da 42th Station. Com o NYP em mãos, siga para o Madame Tussauds e, de lá, para o tour a pé guiado à Broadway, lembrando que esse passeio deve ser agendado antes. Já que está ali próximo a Times Square, almoce no delicioso Bubba Gump. A tarde dê uma passada para babar na lojinha do MoMa, antes de subir, pelo menos uma hora antes do pôr-do-sol, até o Top of The Rock, mirante do Rockfeller Center. Após ver a cidade se iluminando e tirar muitas fotos, desça e faça uma parada para saborear os famosos cupcakes da Magnolia Bakery. Se quiser comprar algo na Apple ou simplesmente visitar sua loja mais famosa, vá pela 5th Avenue, passando na frente da lindíssima St. Patrick’s Cathedral. Você já vai estar meio moído a essa altura, mas ainda tem muito pela frente nos próximos dias. Coma algo no caminho para o local onde está hospedado e descanse. Eu, pessoalmente, fui de pizza. :)

Como eu não agendei o passeio guiado da Broadway, com o tempo que ganhei acabei invertendo e passando na Apple antes de subir ao Rockfeller. Essa então é uma segunda opção para o dia.

New York Dia 1

DIA 2

Dia de turistar level hard. Levante cedo e, depois do café da manhã, siga até o Battery Park para evitar muita fila ao ingressar no barco que o levará até a Estátua da Liberdade. Desça na Liberty Island e tire fotos não só da estátua, mas também do sul da ilha de Manhattan. Na volta, você decide se desce ou não em Ellis Island. Eu não desci. De volta ao parque, aproveite para economizar dólares comendo um tradicional dog de carrinho e siga andando até o distrito financeiro. Lá, além da Bolsa de Valores procure a Trinity Church, que se espreme de maneira curiosa no bequinho ao lado. Passe pelo Charging Bull, o touro de Wall Street e segure seus chifres ou testículos para uma foto. A tradição diz que isso traz sorte financeira, mas aviso para fazê-lo por sua conta e risco: para mim teve efeito contrário, rs.

Ainda caminhando, siga para o 9/11 Memorial e visite o interessante museu se tiver tempo. O One World Trade Center, erguido “no lugar” das Torres Gêmeas tem também um mirante com uma interação que promete, mas não consegui visitar. Caso tenha comprado ingressos para a Broadway, como eu, volte para o hotel para se arrumar, faça uma refeição rápida e siga para o abrir de cortinas. Ao final do espetáculo, tome um drink no Hard Rock Café se for dos meus. E por dos meus, quero dizer: dos que gostam de visitar os Hard Rocks do mundo.

New York Dia 2

DIA 3

Se, como eu, você tiver comprado um New York Pass de 3 dias, esse é a última chance de aproveitá-lo. Então, não perca tempo e evite filas chegando cedo no Empire State Bulding para ter outra visão da cidade, agora de dia. Se quiser, caminhe até a Grand Central Terminal para fotos e, no caminho, pode também passar pela belíssima Public Library. Se tiver conseguido marcar com antecedência, utilize o NYP para fazer um tour guiado de bike pelo Central Park. Se não conseguir, como eu, pode experimentar o famoso hambúrguer do Burguer Joint ou passar por lá rapidinho antes do passeio e torcer para não ter fila demais. Se ainda não tiver tido oportunidade para vistar as lojas famosas em volta da Times Square como a M&M’s World e a Disney Store, essa é uma boa chance. Como eu tinha um jantar mais chiquetoso no fim da noite, voltei ao hotel para me arrumar e fui correndo para chegar a tempo de curtir uma última atração do New York Pass: o Harbour Lights Cruise, um passeio de barco em volta do sul de Manhattan feito ao cair da noite. Mesmo no frio, e a uma certa distância, voltamos a pé à Times Square para jantar no restaurante giratório The View. Encerramos a noite noivos passeando pela Times Square, tirando fotos.

Nova York Dia 3

DIA 4

Como se você já não tivesse andado o suficiente até aqui, que tal caminhar toda a extensão do High Line Park? Garanto que vale. Aí você volta um pouco e desce na saída próxima ao Chelsea Market para conhecer o lugar e quem sabe já almoçar. Aí dê aquela volta no delicioso bairro e siga para o West Village. Se for fã de séries como eu, pode dar uma passada na frente do prédio de Friends e da Carrie de Sex and the City. Aí você pode almoçar no charmosinho Claudette, curtir um tempo no Washington Square Park ouvindo uns músicos de rua e seguir para bater perna no SoHo. Nesse dia, passei ainda na loja de tecido Moods e depois seguimos para ver um jogo de basquete no Madison Square Garden. Caso não tenha ingressos para o dia, terminar a noite comendo uma pizza no Eataly não é nada mal. Indico a Capricciosa.

Nova York Dia 4

DIA 5

Quem sabe o dólar baixou e você decide fazer umas compras no outlet Jersey Gardens, em New Jersey? Você pode alugar um carro ou, se não for comprar muito, como nós, pegar um ônibus na estação Port Authority. Você deve voltar cansado. Melhor então deixar as compras no hotel e fazer um esforço para ir até um Shake Shack comer o maravilhoso Shake Stack. Nhami!

Shake shack

Dia 6

Dia conhecer a Brooklyn Bridge. Se quiser economizar tempo, e pernas, vá de metrô até o Brooklyn e volte caminhando pela ponte. Mas, antes: gordice! Por favor, passe na Levain Bakery e pegue um Cookie clássico. Simplesmente o melhor. Você vai gastar as calorias caminhando na ponte. Se for no inverno, ainda pode arriscar umas patinadas na pista de gelo do Rockfeller Center. É mais fácil que parece, mas também muito mais cansativo do que imaginava. Depois, vá onde ainda não deu tempo, volte onde quiser ou simplesmente curta um tempo livre assim: livre.

Nova York Dia 6

Bom, caso tenha curtido meu roteiro, ou pelo menos partes dele, eu preparei um PDF simples dele que você pode acessar e imprimir:

PDF New York | Roteiro 6 dias | Hastagcool

Além disso, fiz um mapa que mostra onde estão os principais pontos do roteiro divididos por dia. Isso facilita a ver a distância entre uma atração e outra o que ajuda na decisão do que de fato será visto na viagem e o que é melhor deixar para a próxima.

Espero que tenham gostado dos meus relatos. Eu sei que eles são enormes e às vezes detalhados demais, mas eu pessoalmente quando leio um blog antes de embarcar, gosto de ver essas minucias.

New York, I miss you!

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New York 8 | Broadway

Eu gostaria muito de vir com dicas de mil musicais vistos na Broadway, mas a verdade é o tempo e a grana só nos permitiram ver um. Mas foi tão especial, que mesmo assim quis dedicar um post a isso.

Não sei se isso já ficou claro aqui no blog, mas eu AMO teatro musical. Já inclusive fiz parte do elenco de um grupo amador quando era adolescente. E, mais uma vez, eu não podia ter dado mais sorte no amor pois o Bruno também gosta, o que não é tãoooo comum entre os homens.

No dia dos namorados do ano passado nós já havíamos comprado nossas passagens para NYC mas, até por conta disso, combinamos não sair nem trocar presentes do dia 12 de junho. Acontece que eu amo esse tipo de comemoração e obviamente não consegui cumprir minha parte do acordo. Decidi então dar ao Bruno ingressos para o musical preferido dele: O Fantasma da Ópera. Como achei ainda um pouco cedo para comprar as entradas fiz um vale ingresso. Mas calma, esse vale não veio assim tão sem gracinha: eu montei uma caixinha com a máscara do fantasma, uma rosa vermelha e o vale no fundo. :)

A caixinha que eu fiz para ser o vale ingresso.
A caixinha que eu fiz para ser o vale ingresso.

vale fantasma da opera2 vale fantasma da opera3

A compra

Eu realmente não quis arriscar de deixar para comprar os ingressos lá pois foram presente. Acabei efetuando a compra em um site que acredito que seja o oficial da Broadway para venda de ingressos e foi bem tranquilo. Ao escolher o dia e horário reparei que algumas sessões são mais caras que outras. Por isso, fica a dica: os horários mais cedo e as sessões no início da semana são mais baratas.

Comprei o ingresso mais em conta de uma terça à noite e ficamos na última fileira. Mesmo assim, o teatro não era absurdamente grande e ficamos bem no meio. Ou seja, tivemos uma boa visão e não me arrependi. O legal é pesquisar para ver o que outros viajantes falam sobre cada lugar pois você pode encontrar boas informações. No caso D’O Fantasma, por exemplo, você pode perder cenas importantes se ficar na lateral do palco.

O teatro

O Fantasma da Ópera está em cartaz no Majestic Theather, que achei bem bonito e com boa visão mesmo da última fileira. Além disso, ele está a duas quadras da estação 42th do metrô, facinho de chegar.  

Nossa vista da última e mais barata fileira.
Nossa vista da última e mais barata fileira.

A peça

Apesar de adorar teatro musical eu nunca tinha visto O Fantasma da Ópera e sequer sabia bem do que se tratava a história. Isso é muito louco pois essa é uma das mais tradicionais peças do gênero e é o musical que está há mais tempo em cartaz na Broadway: 28 anos.

broadway fantasma2

O que dizer? Simplesmente amei. As músicas são maravilhosas, os interpretes incríveis e os efeitos de cena são impressionantes. Foi muito emocionante ver de perto a produção e essa acabou sendo uma noite mágica para nós, pois saímos de lá nas nuvens.

Ingressos mais baratos

Quando se pesquisa ingressos para a Broadway na internet, você rapidamente fica sabendo da TKTS, que tem alguns quiosques espalhados pela cidade e vende ingressos que sobraram das sessões do dia por até metade do preço.

Eu não pude testar o serviço pois, como falei, queria garantir os ingressos e, na TKTS, você nunca sabe o que vai encontrar disponível e em quais assentos. Fiquei na cabeça de tentar comprar Aladdin caso sobrasse tempo, mas no fim não tivemos nenhuma outra noite livre para musicais. Além disso, para tentar esses ingressos mais baratos é preciso tempo e paciência pois a fila que se forma, especialmente no posto da Times Square, é enorme. A dica que eu li, é passar no quiosque que tem no sul de Manhattan, um pouco mais tranquilo e com algumas opções de ingressos para o dia seguinte também. Numa próxima visita, pretendo testar.

Visitar Nova York e não assistir um espetáculo na Broadway era simplesmente impensável para mim. Dentre tantas ótimas opções de escolha, eu gostei de ter ido num clássico mas acho que o ideal seria ter visto também algum dos shows mais novos. Mais um motivo para voltar.

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New York 7 | Mais atrações

Quem está em Nova York pela primeira vez e gosta de turistar como eu, ou seja, ver as atrações mais básicas e famosas da cidade, já deve ter passado por este post aqui.

Mas, mesmo com o tempo curto que tive na cidade, consegui fazer bastante coisa além do básico do básico. Para o post de atrações não ficar gigante, resolvi separar o assunto em duas postagens: aquele primeiro, com os locais que eu julgo que são imperdíveis, e esse agora que classifico mais como: vá se der. Detalhe é que muitos dessas atrações são meio básicas também, mas não são indispensáveis na minha opinião e por isso vieram parar aqui.

Estou dando um gás nos posts de NYC e estamos, juro, nos encaminhando para os assuntos finais. Acredito que escreverei mais dois ou três textos sobre o assunto e finalmente desencalho o blog dessa viagem que foi maravilhosa, mas já está ficando meia velha no quesito assunto, rs.

Mas enquanto isso….

Madame Tussauds

O famoso museu de cera tem uma unidade em Nova York e, como eu nunca havia ido em nenhum Madame Tussauds, quis conhecer mesmo o Bruno tendo me dito que não era tudo isso. Não sei se, ainda assim minha expectativa era um pouco alta, ou se o de NYC não é tão legal quanto outros, mas eu achei apenas OK. Como estava incluso no New York Pass e era perto das atrações do primeiro dia, achei que foi legal ter ido para matar a curiosidade, mas esse é típico lugar no qual eu não voltaria. Não me arrependi de ter entrado, até porque não pegamos fila nenhuma, mas entrar uma vez na vida, por mim está de bom tamanho.

Não resisti a tirar uma foto com meu grupo preferido da adolescência.
Não resisti a tirar uma foto com meu grupo preferido da adolescência.

Grand Central Terminal

Típica visita fotográfica, essa estação é legal por ser bem grandiosa. Além de ter um valor histórico, é a mais movimentada do país. E o melhor: é uma visita rápida, que dificilmente vai atrapalhar o roteiro.

grand central

Public Library

Eu sempre quis conhecer essa biblioteca que todos diziam ser muito bonita, ainda mais depois do filme de Sex and the City, no qual a Carrie e o Big quase se casam lá. Mas, por conta do tempo curto, não a coloquei no roteiro. Para minha agradável surpresa um dia estávamos andando em direção ao Grand Central Terminal quando, tchanam: a biblioteca aparece em meu caminho majestosa, linda e com free wi-fi, rs. Entramos, demos uma volta, batemos fotos e eu saí feliz da vida com esse maravilhoso acidente que só NYC pode proporcionar.

public library

Harbour Lights Cruise

Outro passeio que quis aproveitar por estar incluso no New York Pass, o Harbour Lights Cruise é um passeio de barco que sai ao pôr-do-sol e dá a volta pelo sul da ilha de Manhattan. Achei legal pois dá uma visão noturna e de fora da ilha. Passamos um belo frio, pois não chegamos tão cedo e acabamos ficando na área aberta do barco, mas foi uma delícia. Achei uma experiência diferente que valeu muito a pena. Um começo perfeito para uma noite que acabaria no The View com um pedido de casamento lindo. Dá saudade só de lembrar.

Harbour Lights Cruise

Madison Square Garden

Quando compramos a passagem e começamos a pesquisar as atrações de Nova York, eu descobri que teria jogo do New York Knicks contra o Boston Celtics no Madison Square Garden, justo quando estaríamos lá. Era pre-season e não NBA mesmo, mas de qualquer forma, seria uma oportunidade bastante única. Mas, quando fui comprar: fué, ingressos esgotados. Comentei com o Bruno e ele se empolgou tanto com a ideia que descobriu ingressos à venda em um desses sites em que pessoas que desistiram de comparecer vendem suas entradas, o StubHub. Com um pouco de medo compramos, por $77,00, duas entradas para um lugar meio distante mas com boa visão e lá fomos nós. Os ingressos, que seriam impressos mesmo, só ficaram disponíveis quando já estávamos em NYC o que nos deixou um pouco tensos. Mas deu tudo certo e eles foram liberados a tempo. Pagamos para o pessoal do hostel imprimir para nós e curtimos o jogo com direito a pretzel e cerveja. Adorei ter ido. O Madison Square Garden é lindo e o jogo, mesmo não valendo muito, foi um show. Achei uma experiência e tanto. Valeu demais a pena!

madison square garden

Wall Street Charging Bull

Sabe aqueles links da internet que mostram locais famosos como as pessoas pensam que são (vazios e prontos para ótimas fotos) e como eles são mesmo (lotados e impossíveis de serem fotografados sem ninguém)? Bom, o touro de Wall Street, que na realidade se chama Charging Bull, é assim. Como estava nos planos andar por aquela região em um dos dias passamos por lá e lutamos um pouco para tirar a famosa foto colocando a mão nos testículos do touro. Dizem que isso traz prosperidade e dinheiro. Eu, pessoalmente, tenho minhas dúvidas quanto a isso, já que assim que voltei dessa viagem fui demitida em mais um corte que minha então agência sofreu por conta da crise, o que abriu um grande buraco nas minhas finanças mensais, hahahaha! (Rir para não chorar, né?).

De qualquer forma, gostei de ter visto o touro ao vivo e curti conhecer o distrito financeiro de Nova York.

wall street

Imagino que cada pessoa que vá a NYC deve ter itens a acrescentar nessa lista de atrações não básicas, mas muito legais na cidade. Se você é uma delas, sinta-se a vontade para comentar aqui no post. :)

 

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New York 6 | Compras

Viajar para os Estados Unidos sempre deixa a mente consumista em alerta. Mesmo com o dólar alto (quanto fui para Nova York estava batendo os R$4,00), muita coisa ainda vale mais a pena por lá, quando comparamos com os preços super cheios de impostos que encontramos no Brasil, sil, sil.

Mas, diferentemente da minha viagem anterior aos EUA, dessa vez não fiz uma lista de querências. Decidimos, Bruno e eu, comprar “apenas” celulares e uma GoPro o que já mostra o motivo da ausência da lista: não sobrou dinheiro para mais quase nada. Hahaha! Mesmo assim, olhar não dói, né? Então, claro que entramos em algumas lojas e fizemos algumas compras mais baratinhas. Inclusive decidimos dedicar um dia ao outlet Jersey Gardens, que fica em New Jersey.

Esse é mais um post infelizmente pouco visual, mas de coração. <3

COMPRAS NYC

MMs World
Essa loja é definitivamente um “must go”. É tanta coisa linda, legal e divertida que a loja se espalha por três andares. Tem mil opções de M&M’s que você pode misturar e comprar por quilo, inclusive podendo gravar o nome que quiser nos doces, a um custo extra. Além disso, tem roupas, coisas para casa, brinquedos… Não tem fim! Me segurei MUITO e saí de lá com um body fofo para nosso sobrinho que ainda estava no forno e um pacote de bolas de árvore de natal em formato de M&M’s, além de claro, um saquinho de chocolatinhos, rs.

mms world mms world2

O melhor é que essa loja fica aberta até bem tarde então se durante o dia você não conseguir entrar, pode ir depois da Broadway ou de algum jantar ali pela Times Square.

Disney Store
Outra loja encantadora! Mil brinquedos e roupas lindas e até uma repliquinha de castelo da cinderela fazem você não saber para onde olhar. E o atendimento? Mesmo não comprando nada, o estilo Disney ficou marcado no belo “boa noite” que recebemos ao entrar, juntamente com um sorriso cheio de dentes.

Disney Store

Jersey Gardens
Esse é o outlet mais próximo de Manhattan e nós arriscamos dedicar um dia a ele. A princípio pensamos em alugar um carro para isso, mas como a grana tava curta, e eu tinha lido em alguns blogs sobre um ônibus de linha que levava até lá, desistimos do carro. Pegamos o tal bus na estação 42th Port Authority e devo dizer que, para nós, que não trouxemos taaaaantas compras, valeu super a pena! Custou bem menos por pessoa a round trip, ou seja, ida e volta do que sairia o carro. (Ai, não anotei o valor e não lembro, mas era MUITO mais barato, juro.)

Quanto ao outlet, já sabíamos que com o dólar a R$4,00, nada sairia tãoooo barato. Eu, pessoalmente, me coloquei o limite de comprar apenas peças de no máximo $20,00 e só se fossem peças que valessem mesmo R$80,00. Acabei ficando mais tempo garimpando na Forever 21 (e achei coisas legais) e depois, junto com o Bruno, ficamos mais um tempo na Carters escolhendo roupinhas que meu irmão e minha cunhada tinham encomendado para o sobrinho. Passamos ainda na Bed, Bath & Beyond e o Bruno ainda foi comprar meias e coisas assim.

Moral da história: como não abrimos mão de nenhum outro passeio que queríamos para ir, achei que valeu a pena. Mas se isso nos custasse alguma atração primordial, então aconselharia a pular o Jersey Gardens pois lá não se encontram os mesmo descontos dos outlets de Orlando e Miami, por exemplo.

MoMa Store
Essa loja é maravilhosa e…cara. Claro, o lugar respira design e tem muita coisa inusitada, diferente e linda. Saímos de mãos abanando (como eu previa), mas eu amei a visita e recomendo. O local é pequeno e não toma muito tempo. Inspiração pura.

Lego
Outra loja muito legal, já desde a vitrine. Ela fica em frente ao Rockfeller Center e tem uma réplica em lego do famoso complexo. Quem curte, pira nas mil opções de pecinhas, bonequinhos e cenários.

lego2 lego

Apple Store
A mais incônica loja da marca vale a visita não só por seu valor histórico (li a biografia do Steve Jobs, então para mim esse lugar é parte da história recente, rs) mas, claro, pelos produtos, caso você queira comprar algum. Nós fomos trocar de celular e mesmo a fila estando bem grande (o iPhone 6s tinha sido lançado há poucas semanas) o processo foi super rápido!

apple store

Mas a loja toda estava bem lotada, não tinha lugar pra sentar, então não consegui curtir tanto a loja. Ainda assim, quem curte tecnologia tem que passar por lá.

BH
Essa enorme e completa loja, especializada em produtos visuais como câmeras fotográficas e de vídeo chega a assustar. É muito equipamento, muitos deles bem profissionais. Fomos lá comprar a GoPro e fomos super bem atendidos. Então é uma loja que vale super a pena para compra de câmeras, lentes e tal.

mood

Bom, uma pessoa que costura e assistiu muitas temporadas de Project Runway precisa dar uma passadinha na famosa loja de tecido onde os designers começavam suas criações: a Mood. Mesmo com o roteiro (e a grana) super apertado eu fiz questão de passar por lá. O lugar é bem grande e tem muita opção. Sorte que eu já tinha em mente pelo menos o tipo de tecido que queria e mais sorte ainda que calhei de abordar um vendedor que já havia morado no Brasil, falava português e ainda me ajudou a medir o tecido em metros e não yards, que é o costumeiro por lá. Amei, os tecidos realmente têm opções de estampas muito mais interessantes que os que encontro na 25, pelo menos. Sim, são caros, muito por conta da conversão (sempre), mas não resisti e trouxe três. Passei no crédito, joguei pra Deus e sai MUITO feliz com minha sacola, com direito a um belo “Thank you Mood!”, jargão utilizado no programa.

mood mood2

Comedida, né? Até entramos na H&M, mas não levamos nada para nós, assim como em diversas lojinhas que, com aquela ajuda do dólar alto, estavam bem fora do nosso alcance. Além disso, essa foi uma viagem quase feita por impulso, então precisávamos mesmo economizar e não tínhamos intenção de ficar comprando. Acho que fomos bem. Compramos apenas coisas que podíamos/precisávamos, sem loucura, sem arrependimentos. :)

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New York 5 | Comes e bebes

Assustador mas sim…esse é o primeiro post do ano. O mais louco é que ele está praticamente pronto desde o ano passado e só não foi postado pois faltavam as fotos. O que acontece é que eu sempre fico com um pouco de vergonha de tirar fotos mil em restaurantes e, quando vou postar, vejo que poucas se salvam ou, pior, nenhuma! Aí fico enrolando tentando achar uma solução, tentando fazer montagens e nada de finalizar. Hoje eu decidi que feito é melhor que perfeito. Por isso, o post vai com as minhas fotos ruizinhas mesmo quando deu e, quando não deu, peguei algumas emprestadas da internet, sempre com os devidos créditos, é claro. Aliás, é só clicar nessas imagens para ser direcionado para o site original.

Ando com uma falta de tempo como nunca antes na vida, com um horário super extenso de trabalho, somado aos cuidados com o apartamento, com o cachorro lindo que ganhei de natal (e nem consegui comentar aqui), com um pouco de vida social e com os preparativos para o casamento. Não está fácil e o blog é o primeiro a sofrer o baque. Mas realmente não estou pronta para abrir mão desse espaço e vou de qualquer maneira, leve o tempo que for, terminar as postagens de Nova York.

Nem que seja pingado, nem que seja corrido, nem que não seja da maneira perfeitinha com que tinha sonhado. O importante é que vai ser. Como der, mas vai ser.

Então, bora?

——-

Chegou a hora de esquecer a dieta e colocar em prática a arte da gordice. Opções não faltam em Nova York, mas claro que com um budget limitado, não foi possível mergulhar tão profundamente na gastronomia da cidade. Mesmo assim, conseguimos seguir as dicas de vários amigos e podemos dizer que comemos muita coisa boa. Teve refeição baratex, teve refeição puro luxo, teve coisa ótima e coisa que não deu certo. Nesse post, vou resumir os lugares que mais gostamos ou que achamos que valem a pena!

Prepara o apetite!

atracoes basicas

carlos

Como eu tinha que descer mesmo na estação 42th Port Authority para pegar o New York Pass, aproveitei para dar uma passadinha na irmã da famosa confeitaria onde se passa o programa Cake Boss. Irmã pois a original, onde é gravado o programa, fica em um bairro chamado Hoboken, em New Jersey, e eu não tinha nem tempo, nem intenção de ir até lá ainda mais porque dizem estar sempre absurdamente lotada. Se eu fosse mais fã, ok, mas mal assisto o programa. Então, como essa unidade era grudada na estação e super tranquila, me contentei em experimentar um canoli e seguir em frente.

Desse jeito express, achei que valeu a pena. Mas realmente para quem não ama o programa não acho que vale sair muito do caminho pela confeitaria.

Carlos Bakery
Carlos Bakery2

Endereço visitado: 625 8th Avenue at 42nd St

Site: www.carlosbakery.com

gump

Não, o restaurante não tem nada a ver com Nova York, mas eu simplesmente gosto demais de lá, desde que conheci em Miami. Essa é sua chance de comer um “Of Course We Have Scamp”, o macarrão com camarão mais gostoso que eu já comi. Para saber mais sobre o Bubba Gump, dá um pulo no meu post sobre os restaurantes de Miami, pois lá detalhei bem minha visita e, como é uma rede, em Nova York não vai ser muito diferente disso. O Bruno nunca tinha ido lá e adorou também! ;)

bubba gump

Endereço visitado: 1501 Broadway

Site: www.bubbagump.com

Magnolia Bakery.png

Meu roteiro estava beeeem ligado às séries que eu assisti. Os famosos cupcakes da Magnolia Bakery apareceram em Sex and The City e eu queria muito experimentar. Comecei passando na unidade que fica próxima do Rockfeller Center, que não é a que aparece no seriado, mas como eu já estava por ali, aproveitei e fui nessa mesmo. Eu achei gostosos, mas beeeem doces. Mais adiante na viagem acabei visitando a loja que apareceu na série, a do Village, e repeti a dose, rsrs. As duas unidades são fofas e com bastante opções. Vale a visita!

Ah, eu li que em breve teremos uma unidade da Magnolia em São Paulo.

magnolia magnolia2 magnolia3

Endereços visitados: 1240 Avenue of the Americas at 49th Street

e 401 Bleecker Street and W. 11th Street

Site: www.magnoliabakery.com

Burguer Joint

Essa foi uma dica da amiga Gabi que não sabia se íamos conseguir encaixar, mas por conta de um programa que deu errado no roteiro, acabos conseguindo ir. Essa minúscula hamburgueria fica dentro do hotel Le Parker Meridien e tem como grande trunfo a simplicidade. Na porta você pega um papelzinho que mostra as opções da casa que são bem poucas (basicamente um cheeseburguer com ou alguns itens como picles e bebidas) e ali mesmo já vê o recado: já escolha e seja rápido na hora de pedir. Isso porque o local tem poucas mesas, uma fila considerável e não tem garçom. Você precisa entrar na fila, fazer seu pedido, pegar seu lanche e torcer por uma mesa. Tudo bem prático e desgurmetizado. O lanche é bem gostoso e eu gostei de ver esse jeito bem despojado de serviço plantado no meio de um hotel chiquetozinho. Não é o melhor que eu comi na viagem (daqui a pouco chegamos lá), mas eu gostei muito sim!

E esse é mais um restaurante que já chegou no Brasil.

Burger joint2
Tinham folhetos em várias línguas, inclusive português.

Burger joint Burger joint3

Endereço visitado: 119 West 56th Street

Site: www.burgerjointny.com

The View.png

Quando planejei a viagem, eu quis escolher pelo menos um restaurante mais tchan para conhecer e quando fiquei sabendo sobre o The View, que é um restaurante giratório que fica no topo do edifício que abriga o Hotel Marriott, decidi que seria esse.

É claro que o chamariz é a vista, mas o cardápio de três pratos por US80 também tinha boas opções.

A decoração é bem tradicional, sem grandes atrativos, mas o que importa mesmo é o que está da janela para fora, né? De entrada eu não resisti e quis experimentar foia gras, apesar de saber que a maneira como é feito não é nada legal. Por conta disso, não pretendo voltar a comer (quis mesmo apenas matar a curiosidade), mas confesso que achei delicioso. Pedi um frango como prato principal mas confesso que nem lembro direito como estava pois antes dele, chegou uma surpresa incrível: um pedido de casamento. Depois desse momento emocionante claro que nem consegui mais me concentrar em avaliar mais nada. Lembro que gostei da sobremesa, mas estava mesmo apaixonada pelo meu lindo anel de noivado.

O único inconveniente da noite foi o garçom que parecia falar propositadamente enrolado e acabou nessa confusão nos servindo uma água de U$10,00 ao invés da boa e velha tap water, a água de torneira (totalmente própria para consumo) que é cortesia em todos os lugares.

Mas nada ofuscou a vista, a curiosidade de estar em um restaurante que gira e o sonho de ser pedida em casamento em Nova York! ;)

The view NYC 2 The view NYC 3 The View NYC

Endereço visitado: 1535 Broadway

Site: www.theviewnyc.com

Eataly.png

Eu ainda não fui no de São Paulo e nem pretendia ir no de lá. Mas meu amigo Gary, que mora em New Jersey, sugeriu esse como ponto de partida para nosso reencontro e eu topei. Chegamos tarde, a poucos minutos da cozinha encerrar as atividades então tivemos que fazer os pedidos correndo. Ou seja, não conheci muito a parte do mercado. Mesmo assim, adorei a pizza que pedi, que chamava Capricciosa e ia cogumelos, prosciutto, alcachofra e mussarela.

Não estávamos com muita fome e perguntamos se era grande. O Gary disse que era individual então pedimos uma cada, quando chegou vimos que era sim bem grande e super dava para dividirmos. No fim levamos as sobras para o hostel e comemos no dia seguinte.

De qualquer forma eu gostei muito do clima do lugar e da pizza e super voltaria.

Eataly

Endereço visitado: 200 Fifth Avenue

Site: www.eataly.com

Shake Shack.png

O próprio Gary nos deu essa dica. Eu nunca tinha ouvido falar, mas parece que por lá essa hamburgueria é famosa, inclusive point de famosinhos. Fomos num fim de noite na unidade da 8 Avenida pois é a que fechava mais tarde. Novamente um local pequeno, com fila e de auto-serviço, mas não tão pequeno quanto o Burguer Joint. Eu escolhi o lanche chamado Shake Stack que tem um cogumelo empanado no meio e meu deus, amei muito! Esse para mim foi o melhor lanche da viagem. A batata e o milk shake também estavam bem gostosos. Super indico!

A dica inusitada é: se quiser utilizar o banheiro, não joge sua nota fiscal fora. Nela está impressa uma senha que você precisa digitar na porta do toalete. Nunca tinha visto nada assim e achei super inusitado, rs.

Shake shack

Endereço visitado: 691 8th Avenue

Site: www.shakeshack.com

Hard Rock Cafe.png

Não sei vocês, mas sempre quem tem um Hard Rock no meu caminho eu gosto de dar uma passada. Nada de comprar lembrancinhas ou camiseta, mas acho legal ir aumentando a lista dos quais já fui. Como ele fica super na mão, pertinho do fervo da Times Square, sugiro uma ida mais tarde, apenas para um drink antes de encerrar o dia, que foi o que fizemos.

Imagem emprestada de newyork.com
Imagem emprestada de newyork.com

 

Endereço visitado: 1501 Broadway New York

Site: www.hardrock.com

Hot Dog na rua.png

Não tinha como estar em NYC e não experimentar pelo menos um dos famosos hot dogs dos carrinhos de rua. Esse foi um dos nossos almoços baratex no Battery Park, pós visita à Estátua da Liberdade. Vou ser honesta: prefiro o hot dog brasileiro, talvez por costume mesmo, mas adorei me sentir um pouco mais nova yorkina e por poucos dólares, rs.

hot dog

Chelsea Market.png

Não coloquei o Chelsea no post das atrações básicas, mas recomendo fortemente um passeio por esse delicioso bairro. Mais ainda pela Chelsea Market, um local que tem várias opções gastronômicas, além de lojinhas bacanas de coisas para casa e afins. Quero muito voltar lá com mais tempo e com alguma orientação, pois senti que tinha muito mais a explorar do que vimos nessa visita. Numa próxima quero fazer um roteirinho só do mercado que é lindo e delicioso.

Chelsea Market 2 Chelsea Market

Endereço visitado: 75 9th Avenue (Between 15th and 16 Streets)

Site: www.chelseamarket.com

Levain Bakery

Um dia antes do fim da viagem o Luis Isoldi me tageia em um vídeo de um lugar razoavelmente perto do hostel que vendia um cookie gigante e cheio de chocolate derretendo dentro. Resolvemos ir de última hora, no fim do dia e quando chegamos lá nos deparamos com uma imensa fila. Já que estávamos lá encaramos 40 minutos em pé no frio e conseguimos. Valeu a pena? Se valeu! Definitivamente o melhor cookie ever! Enfrentaria facilmente mais 40 mimutos de fila por ele qualquer dia da semana.

Levain 2
Foto emprestada de http://www.foodnfestivities.com/

Levain

Endereço visitado: 167 West 74th St.

Site: www.levainbakery.com

Chipotle.png

Burritos gigantescos definem mais ou menos do que se trata essa rede de fast food. Nosso erro foi pedir dois, ainda com o acréscimo de chips (basicamente doritos) e guacamole. Veja bem, o acréscimo estava uma delícia, mas foi comida demais. Acho que dava para dividirmos um combo facilmente. Essa é uma opção boa para quem gosta de comida Tex-Mex e quer dar uma economizada.

Chipotle

Endereço visitado: 501 7th Ave
Site: www.chipotle.com

Spice.png

Ali em Upper West Side vale a pena ir até a Amsterdam Av. se estiver sem ideia do que comer. Lá tem bastante opção de todas as cozinhas e variados preços. Acabamos parando nesse aconchegante tailandês que achamos gostosinho. Só passe longe do Cosmopolitan. Não sei se lá em NYC eles fazem o drink diferente daqui, ou se esse lugar especificamente não fazia bem, mas estava bem ruizinho.

Imagem emprestada de SCK Work.
Imagem emprestada de SCK Work.

Endereço visitado: 435 Amsterdam Ave.
Site: spicethainyc.com

Claudette

Essa foi uma dica do meu amigo Ricardo Moura. No fim não consegui comer nada, apenas paramos para tomar umas taças de vinho, mas achei que valeu a visita pois o lugar é lindinho e o atendimento é ótimo.

Uma curiosidade é que um dos banheiros fica dentro da cozinha (juro que não fica anti-higiêncio), então você pode dar uma olhada no pessoal preparando tudo. Achei super diferente.

Imagem emprestada do Pinterest.
Imagem emprestada do Pinterest.
Imagem emprestada do Pinterest
Imagem emprestada do Pinterest

 

Endereço visitado: 24 Fifth Avenue
Site: claudettenyc.com

Humm, Nova York tem um sabor todo especial mesmo. E esse post definitivamente tem gostinho de saudade.

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New York 4 | Atrações Básicas

Depois de comentar sobre a hospedagem, o New York Pass e as melhores formas de locomoção, finalmente chegou a hora de curtir tudo o que Nova York tem a oferecer. Mais para os últimos posts, vou subir aqui um roteiro completo de seis dias pela cidade que acho que pode servir de base para quem quer conhecer os principais pontos e não tem tanto tempo.

Uma coisa que já adianto é que os roteiros que eu faço são sempre divididos por regiões pois assim fica mais prático e rápido. Mas, aqui nos posts, vou dividir por tipo de atrações. Ao final de tudo que eu pretendo escrever sobre a viagem acho que vai dar para ter uma ideia bem boa do que ver, o que visitar só se tiver tempo e como montar um roteiro funcional.

Vou começar com os passeios que considero mais básicos de Nova York. Existe hoje em dia aquela sensação pejorativa quando se fala em turistar e uma corrente de pessoas que acham que conhecer as atrações mais turísticas é coisa de gente boba, mas eu pessoalmente AMO conhecer o básico na primeira vez que vou a alguma lugar. Para mim, ir a Nova York e não conhecer o Empire State ou a Times Square nenhuma vez sequer é como ir numa cantina italiana e pedir sushi.

Cada um, cada um, mas já aviso que meu roteiro foi um roteiro para uma turista (sim, amo ser turista, não sei quando isso virou uma coisa ruim!) que está pela primeira vez na cidade e quer ver ao vivo tudo que passou a vida vendo em fotos.

Bom, sem mais delongas. Bora new yorkar?

atracoes basicas nyc

times 3

Chegar nessa parte de Nova York dá aquela sensação “ow, estou mesmo aqui!” e eu realmente recomendo passar lá assim que possível pois, pelo menos eu, não ia sossegar enquanto não visse a Times Square. Claro que ao longo dos dias ainda passei muitas vezes lá, então depois até ri de mim mesma por ter colocado Times Square no roteiro (como se, caso não estivesse no roteiro, eu poderia acabar não vendo, hahaha), mas não tinha noção de que era um lugar tão “na passagem”, rs. Tente tirar um tempo para subir a escadaria que tem perto da loja da M&M’s e contemplar o fato de que sim, você está mesmo lá. Não deixe, claro, de ir de noite para ver as luzes mais destacadas do que nunca.

times square

Top 2

No topo do Rockfeller Center está um dos mais famosos observatórios da cidade: o Top of the Rock. A vista é realmente linda. De um lado, o Central Park. Do outro, o Empire State. Aliás, justamente por estar de frente ao edifício que abriga o outro observatório básico da cidade, eu recomendo você verificar que horas vai ser o pôr do sol e se organizar para chegar lá uma hora antes (para não se enroscar em filas). Assim, você vê o dia acabando, a noite começando e a cidade toda – inclusive o lindo Empire State – se iluminando.

Gostei muito também da animação de todo mundo que trabalha lá. Achei tudo bem moderno, com cara de atração nova. Aliás, quando subir pelo elevador olhe para o teto, a atração já começa aí.

Ah, quando esfria, no térreo do Rockfeller, na parte externa, é aberta a famosa pista de patinação. Nós demos sorte dela ter inaugurado no dia que chegamos lá. Não nos contivemos e gastamos uma graninha na brincadeira que não é tão impossível quanto parece, mas é mais cansativa do que eu pensava.

top of the rock2

cathedral

Ali do ladinho do Rockfeller está essa lindíssima igreja. Confesso que na correria não entrei, mas mesmo que você não goste de Igrejas, recomendo pelo menos passar pela frente para admirar sua beleza que impressiona mesmo.

st patricks cathedral

empire

Outro observatório “must go” da cidade fica em um dos edifícios mais belos e conhecidos de Nova York. Eu achei que, em relação ao Top of the Rock, a experiência de forma geral do Empire State me deu uma impressão de parada no tempo. A vista realmente é linda, com o adicional de se ver o Chrysler Bulding, coisa que não rola no Top of The Rock, mas o caminho percorrido por dentro do prédio é confuso, os funcionários não são animados e tudo parece ser feito meio correndo. De qualquer forma, essa é uma parada obrigatória e a vista com certeza vale.

Minha dica é ir logo no início do dia para evitar filas gigantes. Inclusive em todo lugar li sobre a fila que dá a volta no quarteirão, mas fui por volta das 9h e peguei uma fila minúscula. Então fica assim: Empire State logo no início do dia e Top of The Rock ao cair da noite, não necessariamente no mesmo dia.

Como no New York Pass também estava inclusa não só a entrada do observatório, como também a ida a um passeio chamado New York Ride, que fica no segundo andar do prédio, nós fomos conferir. O New York Ride é basicamente um filme que sobrevoa Nova York e que você assiste em uma daquelas cadeiras que se mexem. Mas é notável que a atração é super antiga e não foi renovada. Não existe nada de tecnológico nela e o vídeo já está bem cansado. Não paguei nada e foi rápido, então ok, mas não caia na cilada de pagar os $15 dólares adicionais por esse passeio caso não tenha comprado o New York Pass. E mesmo se tiver comprado, só vá se não tiver mais nada para fazer.

empire state building

broadway

Apesar de ser o nome de uma avenida, a Broadway não é um lugar especificamente, mas sim o conjunto de teatros que estão ali em volta da Times Square. Eu fui assistir o Fantasma da Ópera no Majestic Theater e simplesmente amei! Para quem gosta, pelo menos uma peça é parada obrigatória. Eu só não fui em mais por falta de tempo e money! Mais pra frente acho que essa atração merece um post só dela. Aguardem.

broadway phanton

estatua

Li e vi muita gente dizendo que apenas dar a volta de barco ao redor da estátua já estava bom e que não valia a pena descer na Liberty Island onde ela está. Eu, pessoalmente, achei que que super vale descer, sim. Lá é possível tirar ótimas fotos não apenas da Estátua da Liberdade quanto da parte sul de Manhattan. O que de fato eu não fiz por falta de tempo foi descer em Elis Island, que fica ali pertinho e foi porta de entrada da história de grande parte dos imigrantes que chegaram em Nova York.

E já que estamos falando da Senhorita Liberdade, aqui vão algumas curiosidades sobre ela: a Estátua da Liberdade foi um presente da França aos Estados Unidos em comemoração ao centenário de sua independência. Aquilo que ela segura na mão, inclusive, não é um livro como muitos pensam, mas uma tábua onde está escrita, em números romanos, a data da declaração da independência americana. Outra coisa que pouca gente sabe é que a Estátua era originalmente marrom, pois é feita de cobre, mas com o tempo se tornou verde pela oxidação do metal.

Esse é outro ponto que recomendo visitar logo cedo para evitar filas enormes. Caso queira subir na coroa (sim, é possível!) é preciso comprar com antecedência um ingresso a parte e bem concorrido.

estatua da liberdade

central

O parque é grande? Sim! Você vai conseguir explorá-lo todinho em uma curta visita? Não! Mas isso não significa que você não pode dar uma passeada pelo menos em algumas partes dele. Nós, por exemplo, um dia resolvemos voltar a pé para o hostel e aproveitamos para ir por dentro dele. Também é possível alugar bicicletas para andar com lá, inclusive algumas com guia.

Achei curioso ver que em alguns pontos, uma rua simplesmente passa pelo meio do parque. Esse é um local que gostaria de ter curtido mais. Fica para a próxima!

central park

911

Pode parecer mórbido para alguns, dramático para outros, mas o fato é que o 11 de setembro marcou nossa geração como uma das tragédias mais impressionantes do início dos anos 2000, especialmente porque muitos de nós vimos grande parte dela acontecer ao vivo. Além de causar uma curiosidade natural, o memorial e o museu são muito bem feitos, por isso eu colocaria como pontos básicos do passeio.

As duas piscinas com os nomes das vítimas nas bordas ficaram belíssimas e impressionam pelo tamanho. Mas o que mais me surpreendeu mesmo foi o museu, que conta muito bem detalhes não apenas do 11 de setembro, mas também do World Trade Center e das Torres Gêmeas que foram, durante anos, os prédios mais altos de Manhattan. O museu conservou pedaços das estruturas dos prédios, carros de bombeiros, pertences das vítimas achados nos escombros e presta homenagem a todos que perderam a vida no ataque não só às torres, mas também no ataque ao pentágono, no avião que foi derrubado pelos passageiros e em um ataque terrorista anterior que também aconteceu no WTC. O museu é muito maior do que eu pensava e é super bonito, organizado e moderno. Esse curiosamente acabou sendo o único museu que eu fui na viagem, pois havia decidido dessa vez não fazer museus por falta de tempo. Não sei bem porque decidi entrar nesse (acho que justamente por achar que era pequenininho), mas não me arrependi.

9_11 Museum

Highline

Relativamente novo na cidade, inaugurado em 2009, o Highline é hoje um dos queridinhos dos visitantes. Construído em uma antiga ferrovia suspensa, ele une seu passado com um projeto super moderno. Por entre as plantas é possível ainda ver os antigos trilhos e, em algumas partes, espreguiçaderias foram construídas em cima deles e podem ser movimentadas. O mobiliário é assim: muitas vezes supreendente.

Eu gostei muito de lá, e recomendo entrar pela escadaria norte, pertinho da Penn Station, descer ele todo (juro, não é nenhum sacríficio) e voltar um pouquinho para usar a escadaria próxima ao Chelsea Market, partindo daí para uma exploração a essa parte do sul de Manhattan.

Ele não é um parque que achei tão convidativo para sentar e curtir o dia (apesar de existirem inúmeros bancos nele), mas sim um parque para ser percorrido, explorado e fotografado. Em menos de uma hora e meia você percorre todo o trajeto (indo bem de boa) e pode seguir com o roteiro tranquilamente. Ele é realmente muito diferente de todos os parques que já vi e adorei poder conhecer ao vivo.

highline park

Bridge

Esse belo cartão postal de Nova York pode ser visto de vários lugares da cidade. Mas estar nele é outra coisa. Além de ver Manhattan “de fora”, a estrutura da ponte (a primeira suspensa a ligar Manhattan com o Brooklyn) é linda e gera ótimas fotos. Cuidado apenas para não invadir a parte da ponte dedicada às bikes! Assim você não atrapalha os ciclistas e evita um atropelamento, rs.

A ponte é sempre bem cheia, então cuidado no hora das fotos para não parar do nada e atrapalhar quem vem atrás e boa sorte: conseguir uma foto dela vazia é bem difícil!

Por conta do tempo curto, decidimos ir de metrô até o Brooklyn, apenas voltando a pé pela ponte e achei que valeu bastante a pena. Numa próxima viagem, quero conhecer de fato o Brooklyn e explorar a área chamada de DUMBO (Down Under the Manhattan Bridge Overpass) que, como o nome diz, fica na região inferior da ponte e que dizem ser bem bonita.

brooklyn bridge

Post longo, né? E olha que essas são apenas as atrações básicas! Nova York realmente é muito plural e está impossível fazer um post curto a respeito. É que eu enxergo os posts de viagem aqui do blog como um possível ponto de partida para quem vai para o mesmo destino e tento detalhar o máximo que dá sem deixar maçante.

Então prepare-se pois ainda tem muito mais! ;)

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New York 3 | MetroCard e locomoção

A cada novo destino bate aquela dúvida: qual é o melhor jeito de se locomover? E por melhor, não digo apenas o mais cômodo ou o mais barato ou o mais rápido, mas sim aquele que une esses três conceitos da melhor maneira. Com apenas seis dias para explorar uma cidade com tantas coisas para serem vistas como Nova York, nós não podíamos pensar apenas na grana, pois precisávamos transitar rápido para conseguir fazer tudo que estava no roteiro. Por outro lado, com o dólar acima de R$4,00 não dava para se dar ao luxo de gastar metade do orçamento em transporte. Bom, aí entra a beleza de Nova York. Apesar de super populosa, ô cidade fácil de se locomover. Enquanto a numeração das ruas e a planitude da ilha ajuda demais os caminhantes, o metrô, mesmo velhinho e batido, é rápido e bem distribuído e ajuda a economizar muito tempo nas distâncias mais longas. Na hora do aperto, um táxi aqui e outro ali é uma boa opção, especialmente fora dos horários de pico. Vou falar um pouco sobre cada transporte que utilizei na viagem, começando pela ida do aeroporto até o hostel.

INDO DO JFK AO UPPER WEST SIDE

Nós chegamos ao aeroporto John F. Kennedy bem cedinho de manhã e já havíamos decidido ir de metrô até o hostel. É um pouco demorado, mas é razoavelmente simples e o melhor: em conta. Depois de retirar as malas procuramos a estação do AirTrain, que é um transporte do próprio aeroporto (que é gigantesco) entre os terminais e que vai até o metrô e funciona 24 horas por dia. Para irmos do aeroporto até o Upper West Side pegamos o Train rumo à Jamaica Station, mas descemos antes, na Federal Central. Lá, trocamos por um trem rumo a Howard Beach, onde acessamos a linha A do metrô. Íamos continuar nessa linha e andar três quadras a mais, mas chegando perto decidimos fazer a baldeação na Estação Columbus Circle para a linha 1, que tinha uma estação a menos de duas quadras do hostel. Como pegamos o metrô no começo, fomos sentados, e mesmo a medida que o metrô foi enchendo foi tranquilo. Mas, pode acontecer de estar bem lotado e as malas dificultarem a locomoção. Esteja preparado.

Nós tivemos a sorte de pegar um metrô expresso que, por não parar em uma série de estações, vai mais rápido e demoramos ao todo 1h10 para ir do aeroporto ao hostel.

A passagem do AirTrain + apenas a entrada simples do metrô é paga na estação final do Train e custou $16,00.

É importante lembrar para quem chega cedo, que a imigração no JFK só abre às 6h. Nós, que chegamos uns minutos antes disso, tivemos que ficar lá esperando na fila, então não compensa pegar um voo que chega às 4h por exemplo, achando que vai chegar antes no hotel, pois você terá que esperar até às 6h para passar pela imigração de qualquer forma.

METROCARD

Assim que chegamos na estação de metrô, como só tinhamos acesso a uma entrada (que foi paga junto com o AirTrain), já compramos um MetroCard. O MetroCard é um cartão que te dá acesso ao metrô e às linhas locais de ônibus e que pode ser pré-pago (ou seja, você tem que ficar carregando ele quando os créditos que você colocou acabam) ou pode ser um ilimitado durante 7 ou 30 dias. Escolhemos o MetroCard Ilimitado de 7 dias, pois assim não precisaríamos parar no guichê do metrô mais nenhuma vez durante a viagem, já que ele iria expirar exatamente no dia da nossa partida. Perfeito. A questão é que ele custa $31,00, o que, na conversão, não sai barato. Mas, como usamos MUITO metrô, ele compensou completamente. Fizemos uma média de 4 viagens de metrô por dia. Sem o MetroCard cada viagem custaria $2,75 dólares o que sairia nos 6 dias uma média de $66,00. Ou seja, mais que o dobro. Isso porque nem usamos nenhum ônibus! Fora a praticidade de estar sempre com sua passagem comparada na mão. Você passa ele na catraca como se fosse um cartão de crédito com tarja magnética e pronto. Se você pretende usar bastante o metrô, vá sem medo no MetroCard com aquele cuidado básico para não perdê-lo!

metrocard new york

METRÔ

Muita gente fala que o metrô de Nova York é uma loucura, difícil de entender. Às vezes é mesmo, mas na maioria dos casos basta um pouco de atenção. Isso porque em uma mesma estação passam trens de linhas diferentes e, além disso, existem os trens expressos que não passam por todas as linhas. Então, vamos por partes.

A primeira dica é: veja para qual direção você está indo. Se está indo para o norte da ilha, está indo para Uptown. Se está indo para o sul, então é Downtown. Chegando na estação, verifique qual lado vai para Uptown e qual vai para Downtown (mas também veja essa informação no trem quando chegar, pois às vezes eles trocam o trem de lado). Em seguida veja se a estação onde você quer descer é expressa ou não (no mapa do metrô as estações expressas são as marcadas com bolinhas brancas). Quando o trem chegar na estação verifique se ele é da linha que você quer pegar (normalmente tem um visor na frente e na lateral dele mostrando e tem uma pessoa no alto falante dando essa informação) e se é ou não expresso. Antes do trem chegar já fique na cabeça com a lista de trens que te levam para onde você quer ir. Ex. Linha A, Uptown, não expresso.

Para nós foi extra tranquilo pois o Bruno já conhecia Nova York e tava com as manhas do metrô. De qualquer forma, se não conseguir se achar com essas dicas, pare e peça informação para alguém próximo sem medo. O único porém que passamos no metrô foi o dia que fomos para o Brooklyn em que eles simplesmente trocaram a linha em que estávamos – com a gente dentro – e não passaram na estação que queríamos. Eles avisaram pelo alto falante, mas é meio impossível entender o maquinista, que fala rápido e cheio de barulho em volta. No fim chegamos no Brooklyn anyway, apenas umas quadras para cima, então deu certo também, mas achamos meio bizarro o trem simplesmente trocar de linha ali no ato, rs. Coisas de Nova York.

Por fim, como já comentei nesse post aqui, se puder, fique hospedado próximo a uma estação expressa pois isso pode economizar um belo tempo. Inclusive é comum você estar em um trem não expresso e ele parar de frente para um expresso que está indo para o mesmo lugar e um monte de gente sair correndo para trocar de um para o outro.

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A PÉ

Sim, os rumores são verdadeiros: em Nova York se anda MUITO. Isso porque é fácil, gostoso e vale a pena pois muitas coisas estão a poucos quadras de distância umas das outras. O legal é que como a maior parte das ruas são numeradas, é fácil saber para onde se deve ir. Se estou na 42 e quero ir para a 50, basta caminhar sentido Uptown.

Já caso esteja indo no sentido West/East (ou o contrário) tenho uma dica básica que juro que não li em lugar nenhum e só descobri lá, na raça. Quando vir um endereço verifique se nele está dizendo W ou E. O número das ruas se iniciam a partir da 5th Avenue, aumentando para o Leste e para o Oeste. Exemplo: se você precisa ir ao número 119 West da rua 56, significa que esse lugar está do lado esquerdo da 5th Avenue para quem está virado no sentido UpTown.

direções de nova york
Explicação visual meio tosquinha mas de coração. <3

Descobrimos isso quando não achávamos o número 119 da 56, pois estávamos em East e não em West. ;)

TÁXI

Como Nova York tem um trânsito insano, o ideal é fugir o máximo que der dessa opção. A única vez que pegamos táxi na viagem toda foi de madrugada quando estávamos com um amigo local e fomos do Eataly até um pub próximo à Times Square. Foi uma volta curta que deu uns $8,00 pelo que me lembro e nós deixamos uma nota de $10,00 pois lá é comum deixar de 15 a 20% do valor da corrida a mais para o taxista.

BARCO

Não é bem um meio de locomoção, a não ser que estejamos nos referindo ao ferry que leva as pessoas até Long Island, que eu não tomei mas, durante a viagem é possível navergar até a Estátua da Liberdade e a Elis Island e também em volta da ilha de Manhattan. Vou falar desses passeios quando chegar nas atrações. ;)

INDO DO UPPER WEST SITE PARA NEWARK

Sim, chegamos por um aeroporto e fomos embora por outro e dessa vez tivemos que enfrentar o temido e imprevisível trânsito de Nova York. O plano inicial era pegar o metrô da linha 1 (vermelha) até a estação Columbus Circle e lá baldear para a linha A (azul) onde desceríamos na estação 42-Port Authority que possui um terminal de ônibus e de onde sai um bus até Newark. Mas, como estávamos no horário de pico, o metrô estava insanamente lotado (alô, Sé!) e foi quase impossível entrar nele com as malas. Conseguimos, mas foi meio caótico e por isso decidimos abortar a troca de linhas e ir a pé de Columbus Circle até Port Authority, que era perto. Chegando lá, nos informamos e descobrimos que o ônibus não sai do terminal, mas sim de uma rua lateral à estação. Chegando no ponto vimos um bus saindo, o que deu um desânimo, mas ficamos calmos pois estava escrito que sai ônibus a cada 15 minuitos. MENTIRA. O tempo começou a passar e nós começamos a suar, mesmo com a temperatura a 3ºC, pois lemos que esse percurso normalmente é feito em 40 minutos, o que seria ok, mas, se acontece algo na estrada, ele pode chegar a até duas horas o que nos faria perder o voo. Quando o ônibus chegou, quase 40 minutos depois daquele que perdemos por segundos, foi torcer para não ter trânsito. Thanks God deu tudo certo e fomos sem imprevistos. Chegamos sãos, salvos e super no horário, mas hoje com a experiência eu sairia bem antes para não correr o risco.

"Liar, liar, pants on fire"
“Liar, liar, pants on fire”

Esse ônibus é pago após o embarque e custa $16 só a ida e $24 a ida e volta (desnecessário caso você esteja infelizmente se despedindo da cidade) e funciona das 4h45 até 1h45. Moral da história: vale a pena, mas saia com antecedência para não sofrer.

CONCLUSÃO

Se você ainda não foi para Nova York, este post parecerá uma mistura de grego com sânscrito e não fará quase sentido algum. Mas, chegando lá, você vai ver que seguindo essas dicas, não tem muito mistério. Nova York pede para ser explorada e te ajuda nisso com ótimas maneiras de se locomover. Agora, partiu conhecer!

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