Lua de mel em Aruba

Bem antes de desconfiarmos que nossa sonhada mudança de país estava próxima, tínhamos um importante destino para escolher: o da nossa merecida lua de mel. Bom, o título do post já entrega qual foi nossa decisão, mas nesse post conto sobre o que levamos em consideração na hora de fechar e o que achei da famosa ilha. Comecemos, pois.

A decisão

Uma decisão que com certeza já estava tomada antes mesmo de qualquer outra era: nós vamos viajar de lua de mel. Dois apaixonados por viagens como eu e o Bruno (meu marido, hahaha, é muito legal falar isso), jamais abririam mão disso. Mas aí veio a pergunta que não quer calar: para onde vamos? Cada vez que as férias chegam eu me sinto como se tivesse com um cardápio na mão, tendo que decidir qual dos infindáveis pratos deliciosos pedir, sabendo que só poderei escolher outro item do cardápio dali possivelmente um ano. É uma pressão, né? Mas claro que também é uma delícia. Mas, continuando, assim como no menu do restaurante, já de cara sabemos quais pratos estão fora de cogitação ou por conta do valor (não tá rolando escolher a lagosta a thermidor) ou por conta do tempo de preparo, já que eu não teria férias por ter menos de um ano na agência onde estava trabalhando. Ou seja, teria que usar apenas os 5 dias que o casamento dá direito e torcer por um mini adiantamento de férias. Essas limitações já tiraram da frente destinos como Bora Bora (lagosta a thermidor) ou Tailândia (prato demorado), por exemplo.

Então, dentro das nossas possibilidades a pergunta seguinte é: qual estilo de viagem queremos? Estados Unidos e América do Sul estavam já praticamente fora de cogitação pois fomos para destinos nessas localizações nos últimos três anos. O Bruno ainda não conhece a Europa e eu não vou faz tempo para lá, além de não conhecer um dos destinos mais românticos do mundo: Paris. Então, confesso, essa ideia rondou nossa cabeça. Por outro lado, merecíamos um descanso DE VERDADE. Viajar é maravilhoso e descansa a mente seja qual for o destino, mas nós somos o tipo de turistas ávidos que andam até cair a sola do pé para conhecer o máximo possível de cada lugar. Por isso, ficamos com medo de a lua de mel não ter cara de lua de mel por conta do cansaço causado pela exploração e fechamos na ideia de uma praia tranquila. Mas qual?

Bom, eu queria muito Caribe e isso acabou nos direcionando naturalmente a Aruba: próxima o suficiente, tempo bom o ano todo, bons valores e um dos raros destinos caribenhos que não estão na rota dos furacões em novembro, época da nossa viagem. Aruba it is!

Panoramica Aruba

Pacote or not pacote?

No geral nós nunca fechamos viagem em pacotes. Estamos bem acostumados a pesquisar e fechar tudo por conta, mas nossa madrinha Soraia deu a dica de vermos os pacotes da Zarpo que tem viagens mais sofisticadinhas com valores beeeem atraentes. Achamos várias opções para Aruba e a que mais atraiu contemplava passagens e hospedagem all inclusive mesmo (não só comida, mas bebidas normais e alcoólicas) no Riu Palace Antillas, um hotel 5 estrelas apenas para adultos, situado na principal praia da ilha: Palm Beach. Já havíamos pesquisado os itens soltos e vimos que o valor estava de fato muito bom, então dessa vez resolvemos fechar o pacote mesmo.

Nunca tinha feito viagem para nenhum resort all inclusive e faz tempo que não fecho pacotes, mas essa era a pedida ideal para a lua de mel: em poucos cliques já havíamos garantido passagens, hospedagem, transfer, comida, bebida, praia, piscina. Em pleno planejamento do casamento, não ter que ficar correndo atrás dessas coisas foi providencial, devo dizer. Cada um tem um estilo, né? Mas eu achei ótimo fazer uma lua de mel caribenha, all inclusive e de pacote se você está enlouquecido e precisa simplesmente relaxar, como era nosso caso.

Aruba: one happy island.

i love aruba

Aruba é uma ilha autônoma, colonizada pela Holanda, que fica bem pertinho da Venezuela. Lá fala-se (pasmem) quatro línguas: o holandês, que é a língua oficial, o inglês e o espanhol, aprendidos na escola por volta do quinto ano, e o papiamento que, como o taxista nos disse, é “a língua que se fala em casa” e hoje também é considerada oficial. Ou seja, é quase impossível não se comunicar. O clima é bom o ano todo, as areias são brancas e o mar da costa oeste é calmo e azul turquesa claro. Tranquilidade na minha opinião é o que define a ilha e era isso justamente que estávamos buscando. A moeda é o Florin, mas aceita-se dólar em todos os lugares. Os serviços e produtos não são baratos, afinal, por ser uma ilha com interior árido, praticamente tudo lá é importado. Lado negativo além desse? Acho que non ecxiste. Nos próximos posts vou falar um pouco sobre os pontos altos dessa deliciosa viagem, que foi muito gostosa e especial.

farol de aruba

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