Jericoacoara 7 | Resumo e dicas

Antes que eu embarque para a próxima viagem, é hora de fechar os post sobre Jericoacoara.

 

Essa vilinha, escondida em um canto especial do Ceará é mesmo um lugar único. Talvez pelo difícil acesso, Jeri é o tipo de lugar que vai crescendo dentro de você, como se fosse uma amiga da qual você sempre vai sentir saudade. Por ser tão pequena, ver fotos de lá é uma eterna nostalgia pois é quase certeza que você terá passado e se lembrará daquele lugar ilustrado ali, seja a foto sua ou não.

 

As lindas paisagens, a simplicidade de um local com apenas 4 ruas principais e alguns becos e o clima extremamente leve fazem de Jeri um destino inesquecível e emocionante. Eu e meu namorado aproveitamos ao máximo a vila e os arredores, mas mesmo assim não conseguimos fazer tudo. Para quem está na correria e quer apenas uma lista de locais básicos para visitar em Jericoacoara eu fiz um post express das principais atrações desse amor em forma de viagem. 

 

1. Passeios

 

Existem dois passeios que você tem que fazer: Tatajuba e Lagoas.

 

 

Tatajuba
Tatajuba
Lagoa do Paraíso
Lagoa do Paraíso

 

Ambos podem ser feitos através da contratação de um buggy e tomam o dia todo. Nos dois casos você passa por lagoas com redes na praia, mas é no segundo que você encontra a Lagoa do Paraíso que é, na minha opinião, o ponto alto da viagem. Para ver detalhamentos sobre Tatajuba clique aqui. E para ler o post sobre o passeio das lagoas clique aqui.

 

 

2. Em Jeri

 

 

Os dois passeios que eu citei no tópico acima são na realidade fora de Jericoacoara propriamente dita, mas a Vila possui muito a se explorar como:

 

– O pôr-do-sol na duna.

 

– A praia de Jeri

 

– Passeio a pé na vila de dia ou de noite

 

– O forró da Dona Amélia

 

– Ir na padaria Santo Antônio que abre às 2h da manhã, depois da balada, na Rua Principal.

 

– A pedra furada

 

– Praticar sports como surf, windsurf, kitesurf, stand up paddle ou alugar um cavalo para explorar as redondezas galopando.

 

– Ver os artesanatos locais, mas não se empolgar porque são caros.

 

– Assistir à roda de capoeira que acontece logo após o pôr-do-sol na praia de Jeri, em frente a entrada da Rua Principal.

 

– Comer e beber muito bem. 

 

 

A praia de Jeri
A praia de Jeri
Praça principal
Rua principal
A Duna do Pôr-do-Sol
A Duna do Pôr-do-Sol
Pedra Furada
Pedra Furada

 

Para ver direitinho o que eu fiz em Jeri, clique aqui

 

 

3. Restaurantes

 

O último item da lista acima merece um destaque especial pois a comida do nordeste é um capítulo a parte na minha opinião. Os locais que eu mais gostei na vila foram o Tamarindo, a Cantina Jeri e a sorveteria Gelato & Grano. 

 

 

Gelato & Grano
Gelato & Grano
Cantina Jeri
Cantina Jeri

 

Eu gostaria de ter ido no A Casa Dela, pois ouvi falar muito bem, mas estava fechado todos os dias em que eu estava lá. Fiquei na dúvida se fechou mesmo ou se estava de férias ou algo assim. O mesmo aconteceu com o Carcará. Queria também ter ido comer um crepe no Naturalmente mas, pelo menos no momento em que fomos, estavam aceitando apenas dinheiro e como estávamos no fim da viagem não tínhamos mais tanta grana na mão e tivemos que procurar um lugar que aceita cartão. 

 

Mesmo assim, tivemos um viagem literalmente deliciosa como você pode ver neste post aqui, dedicado apenas aos comes e bebes da viagem. Lá você confere com mais detalhes o que achei de cada refeição.

 

 

Dicas gerais

 

– Leve um protetor solar bom, assim como óculos escuros, boné ou chapéu, um ótimo repelente e, claro, uma câmera fotográfica para registrar as incríveis paisagens.

 

– Leve dinheiro vivo pois na vila não existem bancos ou caixas eletrônicos. Grande parte dos restaurantes aceita cartão, mas os passeios são pagos em cash. Eu ouvi falar que em um dos mercados você pode passar o cartão que eles te dão o valor em dinheiro, com o desconto de uma certa porcentagem pelo serviço. Um saída de emergência, mas que é melhor não usar.

 

– Planeje sua chegada. Fiz um post apenas sobre isso que você pode ler aqui.

 

– Quer saber onde eu fiquei? Falei sobra a Pousada Senzala dos Amigos aqui.

 

– Busque um bugueiro de confiança. Eu indico o Neguinho. O telefone dele é: (88) 9922-2413 / (88) 9909-8858

 

– Fique pelo menos 5 dias para aproveitar com calma tudo o que Jeri oferece, inclusive um belo dia de não fazer absolutamente nada.

 

– A melhor época para ir a Jericoacoara é entre julho e fevereiro pois a chance de pegar chuva é menor e é quase certo que você terá dias ensolarados. Mas não se esqueça que os preços aumentam e a variedade de ofertas para a reserva diminuem nessa época. Se planeje.

 

– Em Jeri não tem hospital, apenas um posto de saúde e a cidade mais próxima é Jijoca que está a quase uma hora de distância. É bom ir bem disposto para lá.

 

– Você vai andar muito em Jeri pois carros não são permitidos na maior parte da vila. O trajeto até seu hotel, com sua mala em mãos, será provavlemente feito a pé também. Então vá com esse espírito e não leve o mundo no quesito malas.

 

– A voltagem de Jeri é 220v.

 

– Jericoacoara tem preços para todos os bolsos, como é um ponto turístico, se prepare para uma certa gastança especialmente se, como eu, você gosta de explorar o melhor de cada lugar.  Os passeios estão em torno de 50 reais por pessoa cada. 

 

E a última e mais importante dica de todas: vá. Eu adorei conhecer Jeri pois a sensação de estar em um local tão diferente de São Paulo (tanto na cultura quanto no tamanho) foi uma experiência que adorei ter vivido. 

 

Bom, encerro por aqui os posts de Jericoacoara mas a caixa de comentários está sempre aberta a novas dúvidas. :)

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Jericoacoara 6 | Comes e bebes

Para mim, em qualquer viagem, a parte gastronômica é sempre uma viagem a parte. Eu e meu namorado adoramos provar coisas novas e realmente enxergamos os almoços e jantares como parte integrante do roteiro. Por isso, sempre prefiro fazer um post apenas de bares e restaurantes bacanas de cada lugar.

 

Como ficamos pouco tempo em Fortaleza, vou contar aqui também os lugares que visitamos e gostamos na capital. Infelizmente este será o post com menos detalhamento visual, pois nessa viagem eu aproveitei muitos dos momentos gastronômicos para relaxar e curtir. Mesmo assim, tem muita dica boa por aqui.

 

Prontos para ficar com água na boca?

 

FORTALEZA

 

Coco Bambu

 

Coco Bambu Fortaleza
Imagem catada no google. Clica nela para ser levado até a fonte original.

 

 

Eu já havia ido no Coco Bambu de São Paulo e amado então fiz questão de ir no primeiro restaurante da rede, que é o de Fortaleza. Ele ficava a 20 minutos de caminhada do hotel e nós aproveitamos para ir a pé mesmo, assim já víamos um pouco da orla da cidade.

 

Chegando lá preferimos ficar na parte interna do restaurante pois estava muito quente e nós estávamos sonhando com um ar condicionado. Como essa era a primeira refeição da viagem, nós não seguramos e pedimos tudo que tivemos vontade, mesmo sabendo que esse não é um lugar barato. Assim sendo, pedimos  o couvert que tem 6 tipos diferentes de gostosisses como: camarões marinados, tomate seco com queijo minas, tomates gratinados com alho, berinjela e ceviche de salmão. Isso vem acompanhado de uma cestinha com pães de queijo e torradinhas. Tudo estava delicioso e o preço era R$28,00, não por pessoa, mas pela mesa. 

 

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A entrada deliciosa.

 

A especialidade do Coco Bambu são os frutos do mar e eu cheguei no nordeste seca por um camarão. O cardápio possui uma infinidade de opções, então eu e meu namorado fomos na que agradou aos dois: o Camarão a Delícia, um camarão gratinado com molho branco e banana que vinha acompanhado de arroz e batata gratinada. Devo dizer que esse deve ter sido um dos pratos mais gostosos que eu já provei na minha vida. E, como tudo no Coco Bambu, ele veio muito bem servido. Nós dois repetimos e mesmo assim sobrou um pouquinho. 

 

O cheiro era tão bom que primeiro eu coloquei no meu prato, depois eu lembrei de tirar foto.
O cheiro era tão bom que primeiro eu coloquei no meu prato, depois eu lembrei de tirar foto.

 

Como estávamos com muita fome e gordisse, rs, já que almoçamos tarde nesse dia, ainda pedimos um petit gateau de doce de leite. Eu já havia pedido essa sobremesa em São Paulo e amado, mas confesso que nesse dia ela não me satisfez muito. Mesmo assim, com essa refeição nós começamos a viagem com chave de ouro. 

 

 

Chico do Carangueijo

 

O Chico de dia. Clique na imagem para ser direcionado à fote original.
O Chico de dia. Clique na imagem para ser direcionado à fonte original.

 

 

Nós chegamos a Fortaleza numa quinta-feira, dia conhecido como o dia do festival do caranguejo e o Chico é o lugar para aproveitar isso. Pegamos um táxi e fomos até a Praia do Futuro, que ficava razoavelmente distante do nosso hotel. Chegamos a pensar que o taxista estava errando o caminho pois passamos por locais vazios, estranhos e ficávamos cada vez mais longe do nosso ponto de referência. Mas, por fim chegamos e nos deparamos com um restaurante lotado. Em uma das partes estava rolando um show e era preciso pagar para entrar. Explicamos que queríamos só jantar mesmo e fomos para o outro lado. O restaurante tem um clima bem simples e, como estava lotado, foi muito difícil sermos atendidos. Para completar o computador mais próximo onde os garçons faziam os pedidos estava quebrado deixando tudo mais lento. Fechando nossa decepção, o tal do caranguejo do festival havia acabado e nós tivemos que nos contentar em pedir outra coisa.

 

Acabamos pedindo patinhas de caranguejo empanadas e uma sopa também de caranguejo. Das patinhas eu não gostei muito, mas a sopa (que estava mais para um caldo grosso) estava deliciosa. Ou seja, a dica aqui é: chegue cedo na quinta-feira, pois o caranguejo some depois das 22h. E, se não estiver um calor insuportável, prove a sopa. Tirando isso, a noite acabou sendo meio desastrosa. (E com fotos bem feias, rs)

 

A patinha de camarão.
A patinha de caranguejo bem mais ou menos.

 

E o delicioso caldo de caranguejo que, além de tudo, custa menos de R$7,00.
E o delicioso caldo de caranguejo que, além de tudo, custa menos de R$7,00.

 

 

JERICOACOARA

 

Cantina Jeri

 

Essa foto peguei emprestada da minha amiga SôSô. Clica nela para ir até o SôSô Likes e ler seu relato sobre Jeri.
Essa foto peguei emprestada da minha amiga SôSô. Clica nela para ir até o SôSô Likes e ler seu relato sobre Jeri.

 

Jeri possui uma infinidade de lugares gostosos e charmosos para comer então é fácil ficar na dúvida. Eu acabei tentando seguir indicações e a Cantina Jeri foi uma delas. As massas vem uma frigideira e você pode pedir em dois tamanhos. Como a porção nos pareceu grande, pedimos uma porção de uma pessoa para duas, mas confesso que faltou um pouco. O ideal é mesmo pedir a de duas pessoas. Pedimos uma massa com molho vermelho e estava uma delícia, assim como o suco de melão. 

 

Massas e risotos são servidos na mesa, direto da frigideira, um charme.
Massas e risotos são servidos na mesa, direto da frigideira, um charme.

 

Além disso, o ambiente e o atendimento são muito bons. Tanto é que voltamos outra noite e pedimos mais uma massa e um risoto. Novamente, tudo muito gostoso e nada absurdamente caro. A Cantina Jeri fica na Rua do Forró e eu super recomendo. 

 

 

Tamarindo

 

Essa foto é do blog Trilhas e Aventuras que tem um post bem legal sobre o tamarindo. Clique para se teletransportar para lá.
Essa foto é do blog Trilhas e Aventuras que tem um post bem legal sobre o Tamarindo. Clique nela para se teletransportar para lá.

 

 

Na nossa segunda noite em Jeri acabamos indo jantar com dois casais que conhecemos na pousada e eles toparam ir onde estávamos nos programando para conhecer: o Tamarindo. Esse é um dos restaurantes mais recomendados da vila e não é a toa. Além de ter um ambiente delicioso, ao ar livre, em volta de uma árvore de tamarindo e com velas nas mesas, a comida é muito gostosa. O cardápio possui desde opções básicas como pizza, até coisas mais exóticas como o delicioso risoto com tinta de lula que o Bruno comeu. Pedimos algumas garrafas de vinho e passamos uma noite incrível apenas conversando com gente nova e muito bacana. Essa deve ter sido a refeição mais cara da viagem, mas eu realmente acho que vale a pena guardar uma graninha para se permitir um jantar no Tamarindo que fica na Rua Ismael, que começa em uma das esquinas da praça e está localizada entre a Rua principal e a Rua do Forró. 

 

Risoto de tinta de lula, delicioso.
Risoto de tinta de lula, delicioso.

 

Confesso: não lembro o que eu pedi, mas lembro que era bem nordestino.
Confesso: não lembro o que eu pedi, mas lembro que era bem nordestino.

 

Lindo, gostoso, com ótimo atendimento… O Tamarindo é a cara de Jeri. 

 

 

Gelato & Grano

 

Clique para ver o local de origem da imagem.
Clique para ver o local de origem da imagem.

 

 

Mesmo sendo uma pequena vila, existem duas unidades da sorveteria Gelato & Grano em Jeri. Isso mostra o quão gostoso e concorrido é o sorvete do lugar. Só nessa viagem eu fui lá três vezes. O preço é igual o de uma gelateria mais pomposa aqui de São Paulo: em média 8 reais o copinho pequeno com 2 sabores. Barato não é, mas realmente vale provar. O meu sabor preferido foi o de morango e olha que eu não gosto de sorvete de morando, hein? Por sorte meu namorado pediu e eu provei. A dica é trocar a sobremesa do restaurante pelo sorvete da Gelato a Grano ou dar uma passada lá no fim de tarde. O lugar é super bonitinho, então você pode ficar por lá mesmo, ou sair para passear com seu sorvete pela vila. 

 

Uma das unidades fica na Rua principal quase chegado à praia e a outra fica na praça central de Jeri. 

 

 

Lagoon Restaurante

 

Esse é o restaurante onde ficamos no passeio à Lagoa do Paraíso. Gostamos tanto do Camarão à Delícia que comemos no Coco Bambu de Fortaleza que, quando vimos uma lagosta a delícia no cardápio do Lagoon não resistimos, especialmente por eu nunca ter experimentado lagosta. O mais legal é que, como era a primeira vez que eu comia, eu pedi para o simpático garçom deixar uma fora do molho. Ao invés disso ele fez dois pedacinhos a mais, colocou em cima de uma saladinha e foi nos levar na praia para provarmos enquanto a comida ficava pronta. 

 

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O esquema aqui, dependendo da hora que você chega à lagoa, é já escolher o almoço e pedir pois demora uma horinha para ficar pronto. Enquanto espera, você relaxa nos guarda-sóis de sapê em frente à água pois quando chegar sua comida eles te buscam lá.

 

Lagosta à Delícia.
Lagosta à Delícia.

 

 O local é bem simples, mas a comida estava muito boa. Além disso, o atendimento foi excelente, com o garçom sempre nos chamando pelo nome, sendo super bacana e educado. A única coisa que não curti muito foi a caipirinha de maracujá que deixei quase inteira intocada. 

 

 

Leonardo Da Vinci Ristoranti & Pizzeria

 

Foto emprestada do Trip Advisor. Clique para ser levado até lá.
Foto emprestada do Trip Advisor. Clique para ser levado até lá.

 

Assim que cai a noite, é impossível não perceber, ali no meio da Rua Principal, esse restaurante. Ele é bonito, com flores crescendo na fachada e mesas à luz de vela colocadas na rua de areia. Assim que vimos resolvemos que queríamos ir lá e quando finalmente conseguimos resolvemos ir de pizza. Achamos a pizza bem gostosa e curtimos muito poder ficar acompanhando o movimento da principal rua de Jeri. Eu voltaria lá.

 

 

Mosquito Blue Bar e Restaurante

 

Hoje chamado My Blue Hotel, esse foi o local onde passamos a tarde que ficamos em Jeri, como eu contei nesse post aqui. Nós aproveitamos e demos algumas beliscadas por lá e consumimos um ceviche que estava bem gostoso, uma porção delícia e mandioca e bebidinhas como, por exemplo, um capeta. Eu gostei muito da comida e do ambiente, mas o atendimento é um desastre. O Bruno perguntou o que vinha na salada de atum e o garçom, ao invés de perguntar na cozinha ou algo assim, respondeu “não sei, nunca vendi essa salada.”

 

 

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Eu diria que valeu a pena ficar aqui pela estrutura, pois pudemos curtir um dia na praia de Jeri com sombra, ducha, espreguiçadeiras, wi-fi e serviço. Ou seja, eu voltaria, mas já sabendo que a equipe não é muito cordial nem entendida. 

 

 

 

Café Brasil

 

No último dia, logo antes de irmos embora de Jeri, almoçamos no Café Brasil, um dos poucos lugares abertos em plena terça a tarde (muita coisa fecha de segunda e terça na vila, já que no final de semana ficaram abertas). O local é bem bonitinho, mas estava vazio o que, confesso, me deixou receosa. Mas eu estava passando um pouco mal e precisava parar e comer. O Bruno pediu um sanduíche e eu um macarrão alho e óleo, além de uma porção de fritas para os dois. As coisas vieram todas bem servidas, gostosas e fomos bem atendidos. 

 

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Os pedidos.

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E o ambiente.

 

Então, fica a dica: se estiver caçando um bom lugar para o almoço de terça, procure o Café Brasil no Beco do Guaxelo, que corta a Rua Principal.

 

 

Chico Drinks

 

Caso queira fazer uma horinha feliz, no final da tarde, a entrada para praia fica cheia de carrinhos de batida. Nós não provamos nenhuma pois preferimos nos sentar no balcão do Chico Drinks que fica logo na entrada da Rua Principal de quem vem da praia. Lá, além de ver o movimento, você pode curtir o que eles dizem ser “a melhor caipirinha de Jericoacoara.” Se é a melhor eu não sei, pois não provei outras, mas era realmente muito boa. O local só abre depois das 17h30 e é uma ótima maneira de começar a noite. 

 

 

Bom, esses são os locais da viagem onde eu mais gostei de comer e beber. Minha dica é aproveitar e também explorar um pouco por conta própria. Caso ache outro lugar bacana, comente aqui no post sua dica.

 

Nós realmente comemos muito bem na viagem e só de fazer esse post me deu saudade de muitos lugares. Quem sabe um dia eu volto?

 

No próximo post dessa série, que provavelmente será o último sobre a viagem, eu pretendo fazer um resumo do que tem pra fazer em Jericoacoara, esse pedacinho único do nordeste brasileiro. Até lá!

 

 

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Jericoacoara 5 | Praia de Jeri e Pedra Furada

Depois de fazer os dois passeios mais famosos da região, Tatajuba e Lagoas, nós resolvemos tirar um dia para curtir Jeri mesmo. A vila é bem pequena e pode ser todinha percorrida a pé. Então a vantagem de ficar por lá é poder levantar um pouco mais tarde, tomar café e estar na praia poucos minutos após sair da pousada.

 

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Como não estávamos com guarda-sol nem cadeiras, resolvemos curtir esse dia no My Blue Hotel, antigo Mosquito Blue, que tem espreguiçadeiras embaixo de enormes árvores bem de frente para a praia. Para usá-las basta consumir alguma coisa no restaurante. Porém, o serviço para não hóspedes só começa às 11h, após o fim do café da manhã. Essa foi uma ótima oportunidade para o Bruno, que ama surfar, matar a vontade. Alugamos uma prancha por R$25,00 a hora em uma loja que fica no início da Rua do Forró e ele caiu no mar enquanto eu tomava sol estendida na minha canga. O mar lá não é tão forte para surfar (o melhor lugar é na Praia da Malhada), mas deu para “brincar”. Para quem curtir, o windsurf e o kitesurf são bem populares por conta dos fortes ventos. 

 

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Namorado surfista caindo no mar de Jeri.

 

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E não é que pegou onda?

 

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A praia de Jeri.

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Depois de devolver a prancha aproveitamos que nossas colegas argentinas de buggy do dia anterior haviam aparecido na praia bem ao nosso lado, deixamos as coisas na areia e fomos juntos ficar um pouco mais na água. Mas o sol e o calor começaram a pegar e nós resolvemos seguir para a sombra do hotel.

 

My Blue Hotel, a chance de sombra e água fresca para os turistas.
My Blue Hotel, a chance de sombra e água fresca para os turistas.

 

 

Chegando lá eu vi uma ducha e, como tenho certa alergia do sal do mar, pedi para usá-la. Poder tomar uma ducha de água doce naquele calor, depois de sair do mar e do sol, já valeu o consumo. Além disso, foi muito bom ficar lá na sombra, descansando, comendo, bebendo, conversando e abusando um pouquinho do wi-fi, rs. 

 

Vista delícia...
Vista delícia…

 

... e sombra de árvores.
… e sombra de árvores.

 

No fim da tarde pagamos a conta e fomos para frente do Forró da Dona Amélia de onde todos os dias sai, às 16h20, um senhor carregando um isopor cheio de bebidas (para vender) rumo à Pedra Furada, um dos grandes cartões postais de Jeri. Você pode ir até lá o final de algum dos passeios de buggy ou seguir esse senhor e ir a pé. A caminhada dura uns 40 minutos ida e mais uns 40 volta, mas o cenário é uma delícia e eu achei o passeio bem gostoso. Chegando lá o desafio é não se estressar com os outros turistas que muitas vezes esquecem um pouco a educação em suas cidades natais tudo em nome de tirar foto antes de todos. Ou seja, respire fundo e tenha paciência. As pessoas vão todas entrando nas fotos umas das outras e é muito fácil perder o bom-humor. Enquanto isso aproveite a vista, mas não marque muita bobeira, pois escurece rápido.

 

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Nossa colega de buggy Mariana ilustrando minha informação a respeito do desespero das pessoas pra tirar foto.
Nossa colega de buggy Mariana ilustrando minha informação a respeito do desespero das pessoas pra tirar foto.

 

Outra atração básica para o fim de tarde é ver o fim de tarde em cima da Duna do Pôr-do-Sol, que fica à esquerda de quem chega à praia e está de frente para o mar. Nós tentamos quase todos os dias ver o pôr-do-sol, mas sempre nessa hora do dia o céu fechava. Ainda sim tiramos fotos, para não dizer que não falamos das flores ou, no caso, do céu de fim de mundo que fez no dia em que tiramos essas fotos. 

 

A Duna do Pôr-do-Sol vista da praia de Jeri.
A Duna do Pôr-do-Sol vista da praia de Jeri.

 

Do alto da duna.
Do alto da duna.

 

Na areia, dia. No céu, noite.
Na areia, dia. No céu, noite.

 

 

Além disso, outra coisa muito gostosa para fazer é simplesmente explorar a vila, andando por todas as ruas, vendo os artesanatos, passando pela pracinha e, claro, provando alguns dos vários restaurantes gotosos do lugar. E é sobre isso que eu falarei no próximo post.

 

Os automóveis só chegam até esse ponto.
Os automóveis só chegam até esse ponto.

 

Rua Principal que, como todas, tem o chão de areia.
Rua Principal que, como todas, tem o chão de areia.

 

A praça principal de Jeri.
A praça principal de Jeri.

 

Moral do post de hoje: separe um dia de sua viagem para ficar em Jeri mesmo. Vale muito a pena. 

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Jericoacoara 4 | Lagoa do Paraíso

Em nosso terceiro dia de Jeri finalmente fomos conhecer um dos locais mais recomendados da região: a Lagoa do Paraíso. Se você jogar “Jericoacoara” no Google Images e der de cara com lindas águas azuis turquesa: essa é a Lagoa do Paraíso. Já havíamos fechado esse passeio com o Neguinho (bugueiro que havia nos levado para Tatajuba no dia anterior) e ele trouxe duas argentinas para dividirem o passeio com a gente: a Mariana e a Augustina. Na verdade esse passeio (assim como Tatajuba) não fica exatamente em Jeri. Por isso a necessidade de um transporte como o buggy.

 

 

Dessa vez o buggy seguiu pela praia e fez uma parada na chamada Árvore da Preguiça, que ganhou esse nome por parecer que cresceu deitada. Ela ficou assim por conta da enorme quantidade de vento que bate nela o ano inteiro. Essa é uma parada rápida, mas que gera fotos bem legais. 

 

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Depois disso, seguimos para uma parada mais longa: a Lagoa Azul. O Neguinho nos contou que alguns anos atrás choveu tanto por lá que essa lagoa estava muito maior do que é hoje. Novamente ouvimos que esse ano choveu pouco e, por isso, a lagoa não estava nem tão cheia, nem tão bonita. Aliás, ela sequer estava azul como diz o nome já que ela só fica dessa cor quando está mais “recheada” e com o sol batendo, coisa que também não estava acontecendo muito no momento da nossa visita.

 

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Mesmo assim ficamos lá um tempo nas redes na água, tomamos algumas coisinhas e, uma hora depois, chamamos as chicas para seguirmos para o o melhor do passeio:

 

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A Lagoa do Paraíso

 

 

Existem alguns pontos nos quais você pode ficar na Lagoa do Paraíso. O Nenguinho nos deixou no Restaurante Lagoon e nós amamos: além do atendimento ótimo, só havia uma família além de nós no local. Em pouco tempo eles foram embora e a praia ficou toda para nós e nossas colegas de buggy. 

 

Assim que chegamos, um dos garçons perguntou nosso nome e nos mostrou o cardápio. Disse que, como demorava uns 40 minutos para ficar pronto, era legal já pedirmos o almoço. Eu vou dar mais detalhes sobre o que pedimos mais para a frente, em um post especial apenas sobre os restaurantes da viagem, mas posso dizer que valeu a pena termos almoçado no Lagoon. Quando ficou pronto, o garçom, muito solícito e simpático, sempre nos chamando pelo nome, foi nos buscar na praia. Preferimos comer no restaurante mesmo por indicação dele pois assim o prato não esfriava, nem ficaria exposto à areia. Mas, caso queira comer pertinho da lagoa, eles também servem o almoço lá.

 

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Existe lagosta no paraíso.

 

Depois disso, passamos a tarde toda apenas aproveitando a beleza indescritível do lugar. Novamente nos disseram que a Lagoa é ainda mais bonita quando está mais cheia, mas mesmo assim achamos o local lindo. Quando chegamos estava chovendo um pouco, mas uma hora depois o sol abriu e deixou tudo ainda melhor.

 

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A lagoa é uma mistura de água doce e salgada, pois tem ligação com o mar, mas você nem sente o sal. A melhor parte de ela não estar cheia foi a possibilidade de entrar com câmera fotográfica sem se preocupar: a água não passava da cintura e, por ser uma lagoa, não possui onda…apenas uma ondulação feita pelo vento. Ou seja, é só segurar bem seu equipamento e levar imagens lindas pra casa.

 

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Por volta de 16h resolvemos voltar à Jeri pois ainda não tínhamos conseguido ver uma atração famosa da vila: o pôr-do-sol na duna. Por isso também deixamos de passar na Pedra Furada, uma opção para quem volta de buggy da lagoa. No final nas contas, não teve pôr-do-sol novamente por causa do tempo fechado (não conseguimos pegar nenhum, snif) e tivemos que ir por conta própria até a Pedra Furada no dia seguinte, o que acabou sendo muito legal. Mas isso virá no próximo post, onde vou escrever tudo que fizemos em Jeri propriamente dita.

  

Mas, antes do fim oficial do passeio paramos em meio às dunas para mais fotos. Eu simplesmente amei o visual desse lugar.

 

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Esse passeio custou R$180,00, ou seja, R$45,00 por pessoa, mas quem quiser ir direto para a Lagoa do Paraíso (sem passar na Árvore da Preguiça nem na Lagoa Azul) tem uma opção: as D20 que levam os turistas pra lá por R$20,00 (R$10,00 ida e mais R$10,00 a volta). Na volta basta combinar o horário e local onde o motorista deve te buscar.

 

Esse foi um dos momentos preferidos da viagem para mim e, se eu tivesse mais um dia em Jeri, eu com certeza voltaria lá. Passar o dia na água, tomando sol, curtindo uma caipirinha e uma bela paisagem era tudo que eu estava precisando. A Lagoa do Paraíso é encantadora e passeio obrigatório para quem visita Jeri.

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Jericoacoara 3 | Tatajuba

Finalmente chegamos em Jeri e começamos os passeios. (Tá boiando? Leia aqui sobre a idaaqui sobre as hospedagens e vem comigo).

 

Lá existem dois principais passeios e, seguindo a indicação da Sô, começamos pela Praia de Tatajuba, uma vila de pescadores que foi soterrada pela areia, sendo reconstruída em um local próximo, hoje chamado de Nova Tatajuba.

 

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Caminho chato…

 

 

Para começar, eu já havia ligado de São Paulo para o Neguinho, bugueiro super experiente e recomendado, e marcado dele nos buscar entre 9h e 9h30 na pousada. Eu havia pedido para ele tentar outro casal para ir comigo e com meu namorado no passeio pois assim fica mais barato. Isso é super comum por lá já que cabem 4 pessoas no buggy (cheguei até a ver 5, mas muitos bugueiros não topam levar mais que 4) e aí todo mundo divide o valor. No café da manhã acabamos conhecendo a Angélica e o Lucas, casal colega de pousada, e descobrimos que eles ainda não haviam feito esse passeio. Liguei para o Neguinho e, como ele não tinha conseguido mais ninguém para ir com a gente, chamamos nossos novos amigos que toparam na hora. Isso foi muito bom pois eles eram uma ótima companhia e nós passamos um dia muito gostoso ao lado deles. Acabamos inclusive indo jantar juntos. 

 

Quem está esperando (ou temendo) um passeio de buggy cheio de emoção, como os de Natal, esqueça: em Jeri, pelo menos para os bugueiros mais experientes, o buggy é apenas um meio de locomoção. Ele não faz manobras radicais nem nada muito doido e perigoso. Ou seja, em geral é bem seguro e tranquilo. O Neguinho nos contou que na semana anterior um bugueiro menos experiente quis fazer graça com os turistas e acabou virando o buggy, machucando alguns deles. Por isso é legal contratar alguém indicado, nem que seja uma indicação do próprio hotel. Caso não tenha encontrado nenhuma dica (e o Neguinho estiver ocupado, rs), aí sim vá até a Rua do Forró, na frente de onde a jardineira te deixou quando você chegou ou na Rua Principal que é fácil achar muitos bugueiros.

 

Este passeio custou R$200,00, ou seja, R$50,00 por pessoa. Caso não encontre mais ninguém para dividir o buggy negocie esse valor. ;)

 

Neguinho, bugueiro há quase 20 anos, é super gente boa e experiente.
Neguinho, bugueiro há quase 20 anos, é super gente boa e experiente.

 

A primeira parada do passeio foi em um manguezal onde tiramos fotos e tomamos uma água/cerveja. A seguir paramos na entrada de um braço de rio de onde saem barcos (a R$10.00 por pessoa) para quem quer ver os cavalos-marinhos do local. Eu já havia lido sobre esse passeio em blogs e confesso que não tinha muita vontade de fazer pois achei meio básico: você vai de barco até um ponto, o barqueiro pega o cavalo-marinho em um pote, te mostra, fala um pouco sobre ele e é isso. Por sorte meu namorado também não se empolgou e o casal, que era de Recife, disse que estão acostumados a ver cavalos-marinhos, mas nos esperariam se quiséssemos. Como ainda teríamos que esperar 20 minutos por um barco, já que não tinha nenhum disponível quando chegamos, desencanamos, seguimos em frente e não nos arrependemos.

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O próximo ponto de parada foi em uma casa, no alto da montanha onde uma senhora fica contando a história de Tatajuba. Dali dá para ver onde era o antigo povoado mas, ao contrário do que ouvimos falar, não vimos nenhum telhado por entre a areia, não. Tiramos fotos e seguimos em frente, estávamos os quatro muito focados em chegar logo às atrações mais famosas: o esquibunda e a lagoa. 

 

Enfim chegamos na Duna do Funil onde fizemos esquibunda, a primeira grande diversão da viagem! Por R$5,00 você desce quantas vezes quiser uma enorme duna de areia sentado em uma madeira até uma lagoinha. Existem épocas em que você cai direto da duna na água, mas nós ouvimos muitas pessoas lá contando que não choveu muito esse ano, por isso várias das atrações não estavam em sua melhor forma. Esse foi o caso do esquibunda que terminava antes do lago. Mesmo assim foi muito divertido descer! Esse é um passeio que tem que fazer. Mas ele tem um pulo do gato: você desce a vontade, mas a subida a pé é um terror. Extremamente cansativa. Existem 4×4 que fazem a subida, mas esse sim custa R$10,00 por vez. Ou seja, ou você deixa uma graninha lá, ou faz no máximo duas vezes já que é impossível subir a pé mais que isso. Eu fiz questão de subir sozinha, não pela grana, mas para saber como é. Acho que faz parte da tradição do passeio se matar pra subir, rs. Enfim, o esquibunda é muito divertido e, além disso, gera ótimas fotos e vídeos.

 

A deliciosa descida...
A deliciosa descida…

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E a mortífera subida
E a mortífera subida

 

Por fim chegamos na lagoa, na verdade no restaurante que fica à beira da lagoa. O Neguinho disse que era a última parte do passeio e que nós escolhíamos a hora de ir embora. Pegamos uma mesa na água, bem pertinho de uma rede (também na água) e fomos recebidos por um garçom nos apresentando o famoso cardápio ao vivo, uma travessa com três peixes frescos de diferentes preços, lagostas e uma porção de camarão. Você escolhe ali e eles preparam. Pegamos o peixe médio, que custava R$100,00, pois estávamos em 4 pessoas e pedimos as bebidas. É tudo muito simples, mas a ideia lá é relaxar. Enquanto esperávamos, os meninos ficaram conversando de surfe e as meninas deitaram nas redes na água e curtiram um “dolce far niente“.

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Cardápio ao vivo

 

Almoço pronto
Almoço pronto

 

Fazer nada fica ainda mais edificante quando você está deitada numa rede dentro d'água.
Fazer nada fica ainda mais edificante quando você está deitada numa rede dentro d’água.

 

Stand Up Paddle
Namorando arrasando no Stand Up Paddle

 

Quem quiser também pode alugar um caiaque
Quem quiser também pode alugar um caiaque

 

O peixe chegou junto com arroz, farofa e baião de dois e estava muito gostoso, bem temperadinho. Claro que em lugares menos turísticos do nordestes o peixe seria muito mais barato do que pagamos, mas como dividimos não ficou pesado. Depois do almoço o Bruno alugou uma prancha de Stand Up Paddle por R$30.00 a hora. Depois dele brincareu resolvi ir também. Quem disse que eu conseguia voltar? Até estava remando direitinho, mas não conseguia acertar a direção. Lá foi o supernamorado atrás de mim, trazer de volta a prancha e a namorada. O Lucas tirou foto do triunfal retorno:

 

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“Namorado herói salva namorada em lagoa que dá pé”

 

Na volta paramos no alto de uma duna para tirar algumas fotos bem legais. :)

 

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Conhecer gente nova é um dos pontos altos de qualquer viagem!

 

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Depois de um banho e descanso saímos para jantar (escreverei um post apenas sobre isso) e fomos no famoso Forró da Dona Amélia que só rola de quarta e sábado. Até meia-noite não paga para entrar e nós chegamos lá antes disso. O teto da pista de dança é aberto e nós dançamos um pouco ao som da banda ao vivo vendo as estrelas que apareciam pela primeira vez. Dizem que o céu noturno de Jeri é impressionante, mas como o tempo não estava muito firme durante nossa passagem, nós não pudemos curtir essa parte de Jeri. Uma pena. Ainda sim, valeu a visita mesmo que rápida ao forró. Sim, estávamos muito cansados e fomos embora antes mesmo da “balada” começar de vez. Assim, acabamos abrindo mão de comer na padaria que abre apenas às 2h, para saciar a fome dos que estão voltando para o hotel. De qualquer forma, adorei conhecer o forró!

 

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Nosso primeiro dia de passeio foi uma delícia, mas o melhor ainda estava por vir. No próximo post eu vou falar sobre a Lagoa do Paraíso que, para mim, foi a melhor parte de Jeri.

 

 

Para contratar o Neguinho basta ligar pra ele uns dias antes da viagem e dizer que ele foi indicado:

(88) 9922-2413 / (88) 9909-8858

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Jericoacoara 2 | Hospedagem

Na verdade, somando a ida e a volta através de Fortaleza, nos hospedamos em três locais diferentes e aqui nesse post vou falar de todos. Nós chegamos numa quinta na hora do almoço em Fortaleza e achamos que era melhor descansar um pouco lá e seguir para Jeri apenas no dia seguinte. Mas, como esse não era o foco da viagem resolvemos economizar o máximo possível nessa parte da viagem. Procuramos hostels, mas não achamos nenhum que nos agradasse. Acabamos então vendo boas indicações tanto de um residencial (que é quase como um apart hotel) quanto de um hotel um pouco mais afastado da orla. Já que teríamos duas noites lá (uma na ida e outra na volta) decidimos fechar com os dois, assim conheceríamos ambos e poderíamos tirar as nossas próprias conclusões sobre qual vale mais a pena. Já em Jeri optamos por uma pousada bem cotada no Trip Advisor. 

 

Este é o post que com certeza vai estar mais carente de fotos próprias, mas na correria (e no relax) eu acabei deixando de tirar fotos hora do café da manhã, hora do quarto. Assim, vou tentar caprichar na descrição e na opinião para suprir essa falta.

 

FORTALEZA IDA – LUZON RESIDENCE

 

Para a primeira noite em Fostaleza fechamos o Luzon Residence que não é bem um hotel, mas sim um residencial. A diferença está mais nos quartos que são mais simples pois, de resto, ele tinha tudo que um hotel simples oferece: uma pequena piscina, café da manhã, recepção com atendentes 24 horas e serviço de quarto.

 

Eu confesso que fui esperando muito pouco dessa hospedagem, mas fui surpreendida. A decoração do quarto é de fato simples, mas ele era bem espaçoso com um espaço para refeições, uma salinha e uma parte mais intimista para a cama. A cama por sinal, assim como os lençóis, eram super confortáveis e nós dormimos muito bem lá. O quarto tinha ainda frigobar, fogão (na verdade tinha uma pequena cozinha americana), uma mesa de jantar com 4 cadeiras, um sofá, uma poltrona, armários embutidos, ar condicionário, um bom chuveiro e varanda. A varanda, aliás, dava vista para a praia mesmo não ficando na Av. Beira Mar mas sim duas quadras para trás. 

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O atendimento é com certeza um ponto forte de lá, pois todos com quem tivemos contato foram extremamente gentis e solícitos. Antes de saírmos para jantar subimos a temperatura do chuveiro e a luz do quatro toda apagou. Notamos que era apenas no quarto pois o resto do hotel estava com energia. Pedimos ajuda para o recepcionista e ele disse que iria verificar. Saímos para jantar, mas confesso que ficamos apreensivos pois deixamos objetos de valor no quarto. Ao chegarmos o recepcionista nos disse que estava nos esperando para que entrássemos junto com o responsável pela manutenção no quarto. O tal do responsável apareceu imediatamente e subiu com a gente perguntando sobre o ocorrido. Ele ajustou a situação sem nem precisar entrar no quarto e também foi super simpático. Ou seja, tudo foi resolvido prontamente.

 

O café da manhã é terceirizado, o que me surpreendeu pois também fomos banhados pela simpatia dos responsáveis pela reposição dos produtos e por preparar na hora cuscus, tapiocas e ovos meidos, fritos ou omelete. Achei o café bastante bom com pães, bolos, tortas, cereais, leite, café, suco, tostadeira, geléias, manteiga, salsisha no molho, frios…pra mim só faltou mesmo pão de queijo (sim, sou a louca do pão de queijo, especialmente em café da manhã de hotel. Mas entendo que eu estava no nordeste e talvez lá não seja costume servir isso no café).

 

A piscina realmente é bem pequena e nós nem tivemos tempo de utilizar, mas imagino que mesmo se tivéssemos nós não usaríamos.

 

No final das contas nós ficamos muito satisfeitos com o Luzon e, para completar, ele fica a apenas duas quadras de distância do Hotel Praiano, de onde sairíamos para Jeri. Portanto fizemos isso a pé tranquilamente, mesmo com malas. Na frente do Praiano é onde também rola a feirinha da Beira Mar e esse quarteirão possui diversos restaurantes. Logo, a localização do Luzon é muito boa. Moral da história: se você topa um lugar simples mas com excelente atendimento, cama confortável e ótima localização eu recomendaria o Luzon Residence.

 

www.luzonresidenceservice.com.br

 

 

 

JERICOACOARA – SENZALA DOS AMIGOS

 

A ideia inicial era ficar ou no Samba do Kite, indicada por amigos ou no Blue Jeri, que é do mesmo dono do My Blue Hotel (antigo Mosquito Blue, hotel bem famoso por lá), mas como a Samba do Kite estava sem quarto disponível fomos pesquisar melhor e acabamos descobrindo a Senzala dos Amigos, pousada bem localizado e com boas recomendações no Trip Advisor. Como o preço estava um pouco melhor acabamos optando ela e lá fomos nós.

 

Eu havia lido que as donas, duas argentinas, eram muito simpáticas mas quando chegamos elas não estavam na pousada. Acho que estavam de folga ou férias pois na realidade só vimos uma delas e apenas duas vezes. Minha impressão sobre a pousada é que ela é uma boa opção para uma viagem mais econômica. Os quartos são espaçosos, e a pousada é bonitinha e de fato achei muito bem localizada. A troca de lençois e toalhas é feita apenas a cada três dias (se quiser troca extra é preciso pagar R$3,00 pela toalaha e R$6,00 pela roupa de cama). Isso não me incomodou pois, como eles mesmos defendem, em casa ninguém troca esses itens todos os dias. O quarto em si passam sim por uma limpeza e arrumação diária.

 

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O café da manhã achei bastante fraco: apenas pães, duas opções de bolo (nem sempre fresco), duas ou três frutas, manteiga e geléia. Você pode pedir ovos (mexidos, fritos ou omelete – o omelete era bem bom) e tapioca, mas só a goma. Você mesmo recheia a sua. Presunto e queijo não ficam expostos mas se você pedir tem. No primeiro dia não achei muito bem servido, mas ok. O que mais me incomodou é que todos os dias foi tudo igualzinho. Com poucos itens, a falta de variedade acaba ficando mais notável, então acabei saindo de lá com saudade de um café da manhã mais legal. Para beber: café, leite, achocolatado (no primeiro dia tive que pedir), iogurte e suco.

 

Um problema que enfrentamos foi o ar condicionado: ele fica bem acima da cama e no meio da noite deixa o quarto frio demais. Não encontramos manta nenhuma no quarto (e toda vez que saíamos, eu esquecia de pedir) e acabava que o lençol não dava conta. Desligar o ar ajudava… por um tempo. Dava 20 minutos e o quarto ficava quente demais. Assim, acabei não dormindo tão bem nessa briga entre sentir calor demais ou frio demais. Ah, e também teve a briga com os pernilongos. Pegávamos na recepção um espiral de citronela para queimar e passávamos nosso repelente Exposis (que é tão forte que carinhosamente o apelidamos de motherfucker) e mesmo assim fomos devorados. Isso não é culpa da pousada claro, é apenas um alerta para se prepararem bem contra os pernilongos.

 

A cama também não era tão confortável como a de Fortaleza, mas não era ruim. No final das contas eu confesso que não me arrependi de ficar na Senzala dos Amigos, mas gostaria de testar outras pousadas caso um dia volte a Jeri.

 

www.senzaladosamigos.com

 

FORTALEZA – HOTEL COCAL

 

No mapa eu tinha achado que o Cocal era razoavelmente perto da Av. Boa Vista (a avenida da praia). Eu só havia me esquecido que íamos chegar a noite de Jeri e que Fortaleza anda sendo considerada uma cidade bem perigosa. Diferentemente da ida não poderíamos portanto andar do ponto em que o ônibus nos deixaria até essa nova hospedagem e eu estava preocupada. Por sorte o ônibus estava bem vazio e o motorista foi muito gente boa e nos deixou apenas a duas quadras do Hotel Cocal, coisa que não é costumeira pois ele normalmente deixa os passageiros no mesmo lugar do qual saímos: a frente do Hotel Praiano.

 

Chegamos no Cocal e nos deram logo o primeiro quarto, bem próximo da recepção. O quarto não era espaçoso mas a cama era enorme! Porém, assim que entramos sentimos um cheiro bem ruim de mofo no quarto. Achei que pudesse ser o fato de o ar condicionado estar desligado e resolvemos não reclamar. Ligamos o ar e fomos jantar. Tivemos que pegar um táxi pois queríamos ir até a feirinha novamente para a última compra de presentes. Perto mesmo havia apenas um restaurante. Ou seja, a localização realmente perdeu feio para a localização do Luzon. Quando voltamos o quarto ainda estava cheirando estranho, mas estávamos mortos e íamos sair logo pela manhã e por ali ficamos. Se fosse ficar mais tempo com certeza pediria para trocar.

 

Obs.: Na correria de última dia não tirei nenhuma foto do Hotel Cocal, a não ser a do cuscus, então clique nas imagens abaixo para ser encaminhado para o site de origem delas.

 

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O café da manhã tinha boas opções, mas achei as coisas meio ruizinhas, sem gosto. Novamente era possível pedir ovos, tapioca e cuscus. Eu pedi esse último e, para minha surpresa, veio um tipo de cuscus que eu amo, que o típico do nordeste (até então eu não tinha me ligado que não fazia o menor sentido ser o cuscus paulista né?). Meu namorado pediu um omelete e os dois pedidos vieram super bem servidos. 

 

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Cuscus feito na hora: a única foto que a gulosa tirou do Hotel Cocal.
Cuscus feito na hora: a única foto que a gulosa tirou do Hotel Cocal.

 

Vi na entrada do Hotel que pegamos um preço bem promocional e que, na realidade ele era bem mais caro. Pagamos R$170,00 a diária através do Booking.com e lá na recepção vi uma placa que mostrava uma diária de R$250,00. Somando tudo isso eu diria que, mesmo o Luzon não sendo um hotel de fato, eu escolheria ele ao Cocal. Pela localização, pela cama, pelo atendimento, pelo café e pelo preço.

 

www.hotelcocal.com.br

 

Bom, agora que já falei do transporte e da hospedagem é hora de finalmente falar dos passeios. Estou na dúvida se faço dia a dia ou por tema, como fiz no de Foz do Iguaçu. Em breve, a resposta. Sugestões?

 

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Jericoacoara 1 | Chegando lá

Que vergonha, nunca terminei os posts de Miami e não fiz os de Orlando, mas tô aqui começando os de Jeri, destino das minhas miniférias de uma semana junto com o namorado.

 

Vocês vão notar que fui muito mais relax nessa viagem e sequer tenho foto de tudo, mas eu tava mesmo querendo é relaxar. Agora que vou começar a postar sobre o que fiz por lá aposto que vou me arrepender um pouco disso, mas na medida do possível vou tentar suprir com fotos de outros viajantes. ;)

 

JERICOACOARA

 

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Jeri fica no estado do Ceará, mas nada perto da capital Fortaleza. Para chegar lá é preciso ter paciência, mas o local compensa muito. Essa vilinha com (pouquíssimas) ruas de areia é o lugar certo para quem quer se desligar um pouco da loucura da cidade grande. Lá você fará tudo a pé ou de buggy, só usará chinelo e roupas simples e vai comer muito bem. Se você quer só colocar as pernas para cima no luxo de um resort, não vá para lá. Mas se você quer conhecer paisagens únicas, nadar em águas tranquilas, descer “de bunda” em uma duna de areia e ficar deitado em redes na água: você acaba de encontrar seu próximo destino de viagem.

 

Jeri tem apenas 4 ruas principais que se ligam por pequenos becos que dão na praia da Vila. O chão de todas é areia pura e carros só são permitidos em algumas partes. De dia é uma vilinha rústica, com uma praia gostosa, mas que de cara não me impressionou. Mas, quando caiu a noite, os restaurantes aconhegantes e a ilumiação fraca fez de Jeri um charme só.

 

Rua Principal que, como todas as outras, tem como "pavimento" nada mais do que areia.
Rua Principal que, como todas as outras, tem como “pavimento” nada mais do que areia.

 

Nos próximos posts vou contando sobre passeios, hospedagem e gastronomia e começo aqui com a chegada até lá que, nesse caso, merece uma explicação exclusiva. 

 

COMO CHEGAR

 

Para começar fomos de Gol para Fortaleza. Por conta de preço pegamos um voo com escala em Salvador. Os dois trechos foram tranquilos e a companhia reformou recentemente suas naves, oferecendo agora um pouco mais de espaço entre as poltronas. Eu realmente notei a diferença e gostei da mudança. O lado negativo é que o serviço de bordo foi todo cobrado a parte o que eu acho absurdo (sou old fashion, sorry. Adoro comida de avião e nesse pago só tem lanchinho e caro ainda). Moral da história: comemos no aeroporto mesmo. Na volta teríamos que fazer escala em Natal, mas a própria Gol mudou a gente para um voo direto, porém bem mais tarde o que fez com que ficássemos mais tempo do que planejado no aeroporto. Foi cansativo, especialmente porque íamos trabalhar direto no dia seguinte. Para completar, a nave estava fazendo um mega barulho que eu nunca tinha ouvido em voo nenhum (alô, medão) e eu não consegui dormir quase nada. A comissária passou às 4h30 da manhã com seus lanches pagos a parte e, ao invés de conversar num tom mais baixo com os passageiros acordados, ela ficou falando em alto e bom som, atrapalhando os que queriam dormir. Ah, e as luzes da cabine foram todas acesas. Às 4h30 da madruga. Isso eu achei bem absurdo! Mas, voltando ao início da viagem…

 

Jeri está a 280km de Fortaleza e a cidade mais próxima da vila é Jijoca de Jericoacoara que está a mais ou menos uns 40, 50 minutos de distância. A forma mais barata de chegar até lá é através do ônibus + jardineira da empresa Fretcar.

 

O ônibus percorre um trajeto de cerca de 4 horas até Jijoca e é bem confortável, com ar condicionado e banheiro. Existe uma parada de 15 minutos para almoço em um restaurante ainda antes de Jijoca, mas achamos o lugar fraco. Preferimos então comprar um combo podreira Ruffles + Coca apenas para tapear e comer para valer em Jeri.

 

Você pode escolher dois pontos de saída: do aeroporto, às 8h ou da Avenida Beira Mar, 2.800 (na frente do Hotel Praiano), às 8h40. O ônibus atrasou um pouco e acabou saindo às 9h (optamos por subir na parada da Av. muitíssimo próxima de onde nos hospedamos em Fortaleza) e claro que foi cansativo esperar em pé, com as malas, com o sol e com a ansiedade de chegar logo em Jeri. Mas uma vez a caminho, tudo isso fica quase esquecido.

 

Em Jijoca você desce do ônibus e entra em uma jardineira, também conhecida como pau de arara. Ela é toda aberta, dura e pula bastante mas mesmo assim achei a ida tranquila. Pelo que me disseram achei que balançava muito mais pois iria nas dunas. Não sei se o itinerário muda, mas nós fomos primeiramente por uma estrada de terra e depois pela praia, ou seja, não balançou tanto e a viagem não teve nada de assustadora. Nesse momento leve óculos de sol, prenda os cabelos, carregue a câmera na mão e fique do lado direito da jardineira para boas fotos e belas vista já no caminho. Outra dica é ir nos bancos da frente pois quanto mais para trás você sentar, mas vai balançar.

 

A jardineira da ida. A da volta era menor e eu não fotografei por um nobre motivo: o mundo estava caindo de tanta chuva.
A jardineira da ida. A da volta era menor e eu não fotografei por um nobre motivo: o mundo estava caindo de tanta chuva.

 

A jardineira te deixa na Rua do Forró (lembrando que ela, assim como todas as outras, é feita de areia) e você pega suas malas e vai pra sua pousada a pé. Acontece que Jeri é tão pequena que não é nenhum sacrifício fazer isso a não ser que você leve mais coisa do que o necessário. A minha pousada era particularmente próxima e foi muito tranquila de achar. Apenas perguntamos onde ficava e rapidinho estávamos lá.

 

A ida, portanto, foi muito sossegada. Já a volta… bom, para começar eu estava com uma infecção me comendo o ventre o que não ajudou muito. Aí começou a chover. Aí mandaram uma jardineira menor. Aí nós só conseguimos sentar no último banco. Aí balançou. Muito. Sofri? Sim, mas principalmente por eu não estar me sentindo bem. Estragou a viagem? De maneira nenhuma. Faria de novo? Sim, hoje mesmo!

 

COMO COMPRAR O TRANSFER

 

Eu li em vários lugares falando sobre a Fretcar, mas toda vez que tentava comprar pelo site ele me dizia que ali valia só para consulta. Eu achava que era porque ainda faltava muito tempo para a viagem, mas o tempo foi passando e nada de eu conseguir. Acabei ligando para a empresa pelo Skype (já que ela fica em Fortaleza) e depois de ligar para vários números errados (o número correto não tá claro no site), eu finalmente descobri que é preciso deixar seu endereço de e-mail para seguir com a compra por lá. Então o passo-a-passo ficou assim:

 

1. Ligue para (85) 3086-7055 e fale que quer comprar o transfer de ida e volta entre Fortaleza e Jeri.

2. Passe seu e-mail.

3. Receba um e-mail com as informações sobre horários e conta poupança para a qual deverá transferir o pagamento.

4. Efetue a transferência e salve a confirmação do pagamento caso faça pela internet ou escaneie o comprovante caso faça na boca do caixa.

5. Responda o e-mail com a data e horário escolhido, número de passageiros e o comprovante de pagamento.

6. Imprima os vouchers que serão enviados via e-mail no dia seguinte à sua compra. 

7. Apresente na hora do embarque.

 

Na hora de subir no ônibus você receberá 4 tickets por pessoa: 2 para a ida e 2 para a volta que nada mais é do que o do ônibus e o da jardineira dos dois momentos. Não se esqueça de guardar os da volta com carinho, você vai precisar deles!

 

CUSTO

 

A passagem depende muito de onde você sair. Nós saímos de São Paulo em pleno feriado e pagamos cerca de R$750,00 cada um, já com taxa de embarque.

 

Já o transfer foi R$67,00 por pessoa, ida e volta. Outra maneira de chegar lá é contratando uma Hilux que faz o trajeto Fortaleza/Jeri em no máximo 4 horas e meia. Bem mais rápido, mas tem um belo custo: uma média de R$450,00 ida, mais 450 pilas na volta. Não recomendo nem um pouco alugar carro e tentar ir por conta própria: a chegada é bem complicada, com passagem pela praia e sem nenhuma identificação por placas. Já que vai para Jeri abrace o espírito rústico/aventureiro e escolha entre o bus+jardineira ou a Hilux caso esteja podendo. (Caso esteja podendo MUITO você também pode ir de helicóptero. Os voos comportam de 4 a 6 passageiros e custam entre R$7.000 e R$15.000)

 

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Pronto. Agora que você chegou lá relaxe e espere as próximas postagens sobre a delicinha que é Jeri.

 

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