Novidades no blog

Se você caiu aqui por acidente, procurando como pedir a nota fiscal de um produto Apple comprado fora ou buscando mais informação sobre uma cama que levanta para desvendar um armário, calma. Você não chegou no lugar errado. Se você era leitor do #Cool e resolveu ver se ele foi retomado, você também está no lugar certo. Mas, ao mesmo tempo, não.

Na última postagem eu bem havia comentado como não enxergava mais futuro para o blog, mas como também não conseguia simplesmente bater o martelo do abandono. De agosto do ano passado para cá muitas coisas aconteceram e algumas delas acabaram influenciando fortemente para minha decisão de retomar sim esse espaço, mas não mais sob seu antigo nome, domínio e linha editorial.

Resumindo a ópera, a apenas 1 mês do meu casamento, meu agora marido conseguiu um emprego em Lisboa, Portugal. A vida virou uma loucura. Corre para finalizar os preparativos do casório, mas agora também colocando apartamento para alugar, carro para vender, cachorro para tirar documentação, pedir demissão, sair de lua de mel, fazer mudança… E, enquanto esperamos a hora de partir rumo a essa nova fase, começamos a sonhar com nossas futuras aventuras e, claro, próximas viagens já que estar na Europa facilita muito o deslocamento a diversos lugares novos. E, não tem jeito. Uma vez blogueira, não consegui me conter e desenhei um projeto novo de blog, o Mel no Mundo.

A ideia não é apenas contar sobre viagens, mas também falar um pouco mais das minhas experiências e trazer a pegada mais pessoal que sempre tive vontade de imprimir ao #Cool. Ou seja, é Mel no Mundo, mas também é muito do mundo da Mel. E, sim, eu cheguei a começá-lo em outro domínio, com a ideia de ser um novo começo mesmo. Mas, conversando com pessoas próximas e pensando um pouco melhor sobre inícios e evoluções, acabei resolvendo que essa pode ser a chance de continuar esse espaço pelo qual tenho tanto carinho, mas agora com um foco novo e certo. Assim, o #Cool passa a chamar-se Mel no Mundo. Novas categorias e novo estilo de post tomam o lugar dos antigos, mas todas as postagens anteriores estão preservadas ali no topo, dentro da categoria Arquivo #Cool.

Daqui para frente, eu vou acertando ainda detalhes então, paciência por favor! Não estranhem mudanças ou até mesmo pequenos erros nos próximos meses. A ideia é ir afinando na medida do possível, criando uma evolução no conteúdo, na forma, na cara…mas tudo isso leva tempo e é feito, querendo ou não, na base da tentativa e erro. Ah, e amanhã, já tem post novo.

Eu voltei. Volta também?

 

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Should I stay or should I go?

Há quase dois meses cheguei aqui e falei que tudo ia mudar. Mexi no layout, prometi novidades e aí, cinco posts depois, silêncio. Não, dessa vez não foi a falta de tempo, não foi a correria do trabalho nem do casamento. Claro que tudo isso existiu, mas nada disso foi motivo. A verdade é que não sei mais para onde levar esse blog.

Logo após as mudanças parei para refletir sobre os próximos passos do #Cool. Ao fazer isso, hora me vinha uma confusão mental, hora me vinha um completo branco. É triste avaliar que talvez eu não tenha conseguido imprimir uma personalidade real a ele e, pior, tenho a sensação que talvez seja tarde demais. Entre ser um blog de objetos interessantes, decorações bonitas, dicas de viagem, inspirações de estilo e pitadas da minha vida, não sei mais dizer sobre o que de fato é o blog. E o pior, não sei sequer dizer o que quero que ele seja. Meu sentimento é que, após mais de 5 anos de postagens, ele não chegou lá. O que é lá? Podem ser diversas coisas: uma audiência sólida, mais comentários de quem lê, mais compartilhamentos ou simplesmente um espaço do qual tenho orgulho. Em algum momento ele pode ter sido algumas dessas coisas, mas hoje não acho que é mais. E não acredito que mudá-lo é o caminho. Será então que o caminho é dá-lo por concluído?

Uma vozinha na minha cabeça diz que sim. Que se quero seguir outro rumo, é melhor começar do zero, focada. Mas claro que a gente cria uma relação de afeto a tudo que é autoral. E, por mais que eu poste aqui referências criadas por outras pessoas, o blog é muito autoral sim. Autoral em cada escolha de tema, em cada texto, cada opinião. Não é fácil deixá-lo para trás. Será que devia tentar mais um pouco? Não sei, acho que não virou. Acho que não vira mais.

Mas como canceriana apegada ainda não consigo bater o martelo. Por hora, enquanto deixo a vida correr à espera que uma decisão venha, vou deixar o blog aqui não com ponto final, mas com reticências.

Sem nenhum “fim” mas também sem nenhum “vem aí”.

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Fiz 30 anos

Eu nunca fui muito boa com números. E, veja bem, não estou falando que não sou boa de contas. Estou falando que não sou boa com números mesmo. Meu cérebro parece ter um delay até para reconhecê-los, como quando alguém está ditando o telefone e percebo que demoro alguns milésimos de segundo para ligar a palavra “dois” ao símbolo “2”.

Talvez por isso, idade hoje também não é uma coisa que me aterroriza particularmente. Não mais. Pensando a respeito, chego à conclusão que as vezes que me preocupei com a idade eu não estava incomodada particularmente com o número, mas sim com algumas coisas que eu associava a ele. Conquistas pessoais, profissionais, experiências que acreditava terem que ser vividas antes de completar x anos. Afinal, justamente por ser tão ruim com números eu não consigo jamais compreendê-los em sua totalidade e, a idade sendo um número, eu também nunca consegui mensurar exatamente o que são 20, 25 ou agora, 30 anos.

Olhando para trás, 30 anos parecem mais um bolo de linhas cruzadas do que uma linha do tempo reta e linda. Não que meu bolo pessoal de linhas não seja lindo. Mas ele é lindo daquela maneira mundana: com dor, óculos de grau, choro, tapa na cara, quilos extras, decepção, falta de grana, amores não correspondidos, dor de barriga, unha encravada, aparelho nos dentes, bad hair days, momentâneas invejas, raiva e outros sentimentos alguma coisa diferente de belos e muitos outros momentos que, digamos, não dariam uma bela foto. Mas também teve coisa bonita. E beleza de filme mesmo, como viagens incríveis, gargalhadas de fazer chorar, bater fouetté, proteção de família, cumplicidade de amigas, receber flores no trabalho, conquistas profissionais, beijo na chuva, pegar a chave do primeiro imóvel, ganhar um cachorro, ser pedida em casamento em Nova York, sair em revista…

Mas se eu te disser que eu sei que é isso o que cabe em 30 anos, vou estar mentindo. Isso foi o que coube nos meus 30 anos. Mas idade, e números em geral, são como pequenos infinitos. Por mais que eu saiba quantas unidades cabem em cada número, eu não consigo terminar de listar todas as possibilidades que existem em cada unidade. Quantos pensamentos cabem em 1 cérebro, quanto desejo existe entre 2 pessoas, quanta segredos existem entre 4 paredes?

Hoje muita gente me perguntou como é ter 30 anos. Eu respondi honestamente que é igual ter 29. Mas porque a minha vida aos 30 não está muito distante do que foi aos 29. E aí voltamos à questão das coisas que associamos a cada idade. Aos 30 eu pensava que seria uma adulta e é realmente isso que eu acho que eu sou em tantos aspectos. Acredito que, nesse caso, a expectativa, depois de caminhar 30 anos, chegou aqui e encontrou algo talvez bem diferente do que sonhava, mas bem parecido com o que esperava.

Eu continuo a não entender o que é esse número: 30. Mas também nunca entendi nenhum dos outros. Então, tudo bem. Melhor mesmo levar a idade como sendo algo para se ticar num box, para saber se posso comprar vinho e para onde iria se fosse presa, do que para ser a base de todas as minhas decisões na vida. Porque se cada número é um pequeno infinito, não importa muito em qual infinito se está, mas sim qual parte desse infinito você vai explorar. Ao invés de ficar tentando cercar o infinito com definições, medidas, padrões o melhor mesmo é viver sabendo que você pode andar tranquilamente sem rumo pois, nem assim, vai dar de cara com a parede. Afinal, infinito não tem parede e idade não devia ter limite.

30 anos

Imagem via.

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Wishlist trintão

No iníco da semana que vem vou chegar na icônica idade dos 30 anos. Junho é um mês com muitos aniversários na minha família o que faz com que não sobre muito tempo para eu pensar no meu mesmo. Eu não costumo me empolgar com aniversários, mas esse ano até me deu vontade de fazer uma festa no salão do prédio. Porém, como vou casar no final do ano, não sobrou verba nenhuma para outra festa ainda esse ano. Acabou de vou reunir os amigos próximos em um bar mesmo, pelo menos para não passar em branco.

Teve um ano aqui que fiz uma wishlist de aniversário e muitos amigos e familiares agradeceram! Gostaram de poder apostar em presentes que sabiam que eu queria ou precisava. O fato é que esse ano a lista está mais curta, não por falta de querências ou necessidades, ando precisando de MUITA coisa que tô sem grana pra comprar, mas por que, no fim, deixei meio para a última hora e quando fui montar cadê lembrar do que ando querendo?

Para não deixar passar, montei uma listinha pequena com os itens que me vieram à mente, mesmo sendo poucos e alguns bem sem graça, hahaha.

Melhor que nada, né?

 wishlist trintao hastagcool

1. Botinha marrom

Eu tenho uma bota marrom que comprei na Shoestock que eu amo. Estou com ela nos pés nesse momento, por sinal. Mas, depois de quase quatro anos de uso, ela está dando seus primeiros sinais de cansaço e, o pior, a Shoestock nem existe mais para eu sequer tentar achar algo parecido por lá. Essas duas botas que coloquei na montagem são da Taquilla e eu achei super lindas e mais no estilo que eu quero. O problema é que custam os olhos da cara, muito mais que eu acho ok pagar por sapato. Então elas ficam aqui mais para ilustrar do que para de fato sonhar em ter. Caso tenha ficado curioso quanto ao valor da facada, você as encontra aqui e aqui.

2. Escova alisadora ou prancha

Já há quase 2 anos eu decidi não fazer mais escova progressiva. Meu cabelo afinou demais e, apesar de ficar lindo quando eu faço, eu sinto que ele cai muito. Mas, olha, não é fácil. Não tenho cachos definidos para assumir então ele fica sempre uma coisa nem lá nem cá e parece constantemente bagunçado. Como não tenho tempo para secá-lo fazendo escova, queria algum aparelho que ajudasse a pelo menos de vez em quando dar uma acalmada nele. Tenho uma escova giratória, mas ela anda fazendo uns barulhos estranhos e queria algo um pouco mais prático. Ainda não testei essa escova, mas parece bem fácil de usar e em alguma coisa deve melhorar, né? A prancha eu sei que é mais garantida, mas acho que toma um pouco mais de tempo, então não sei bem qual das duas seria melhor ter. A escova alisadora é tipo essa aqui. Já a prancha não encontrei nenhum link de uma mais grossa assim, achei apenas a imagem.

3. Caminha para cachorro

Sim, eu sei que é uma coisa meio bizarra para pedir de aniversário mas foi o que me veio à cabeça assim na pressa. Meu cachorro, o Nacho, ainda tem a caminha que comprei quando o ganhei ainda bem pequeno. Ele cabe na caminha, mas ele já brincou tanto com a coitada que ela tá meio fina e desmilinguida. Agora, queria uma dessas com paredinha, mas é meio cara. Na real eu queria costurar uma, mas não quero ficar esperando pois enquanto não arrumo tempo ele continua dormindo na caminha velha e simples.

4. Pijama pug

Ando tão apaixonada pelo Nacho que tô querendo me cercar de pugs por todos os lados. Além disso, tô precisando de pijamas de frio mais bonitinhos para o inverno e achei que as duas coisas casam perfeitamente. Pedir pijama de aniversário? Realmente cheguei nos 30…Esse fofo achei aqui.

5. Banho de ofurô

Eu sempre quis fazer e até coloquei como um dos itens da minha lista de 30 coisas para se fazer antes dos 30 anos. Não preciso nem dizer que esse item não foi riscado, né? Nem é tão caro, mas quando se está economizando dinheiro, acaba que você não gasta nesse tipo de coisa. Além disso, ando tão cansada que meu corpo tem dados muitos sinais que preciso relaxar. Um banho desse ou até uma massagem cairiam muito bem.

Com certeza depois de postar vou lembrar de mais mil coisas que estou precisando, então talvez ao longo do segundo semestre faça mais wishlists sem datas específicas. Por enquanto é isso. E vem trintão!

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Início das mudanças

Como adiantei no post passado, tenho várias mudanças em mente para o blog que, pasmem, já tem quase 5 anos e meio de existência!

A primeira mudança, ainda em andamento, vocês já estão vendo: o layout. Eu amava o layout antigo, feito sob medida para o blog, mas já há tempos sentia que ele estava se distanciando do que hoje me agrada aos olhos. Ainda acho ele lindinho, mas ando me sentindo atraída por composições mais clarinhas, mais simplonas… Claro que me dói trocar um layout feito exclusivamente para o blog, por um semi pronto que, sim, vou personalizar aos poucos com a ajuda do super noivo. Mas no momento era isso ou nada pois investir dindin aqui está completamente fora de alcance talvez até o ano que vem. Porém, como já falei antes, tenho preferido seguir o ditado que diz que feito é melhor que perfeito, então resolvi mudar de vez e ir tocando e refinando do que ficar esperando o timing perfeito chegar, pois isso pode demorar demais.

A segunda mudança diz respeito ao conteúdo. Quase desde que o blog existe eu sempre fico na dúvida se devo deixá-lo mais pessoal ou não. Sinto constantemente esse impulso, mas acaba me dando uma certa insegurança, fico pensando se isso não desviaria do viés inspiracional que me levou a criar o blog para começar…enfim, mil questionamentos. Mas no momento sinto que sim, esse é um caminho que quero percorrer. Talvez comece de forma mais leve, e com certeza será mesclado com posts inspiracionais, mas quero me dar essa liberdade, quero testar essa possibilidade.

Então não se assustem se, pelos próximos meses, cada vez que entrarem encontarem algo novo por aqui. Isso faz parte do processo de descobrimento do que esse blog vai virar e do que eu vou virar com ele. Prefiro fazer assim e continuar os trabalhos por aqui nem mesmo que seja com uma plaquinha de “desculpe o incômodo, estamos em reformas para melhor atendê-lo”, do que deixá-lo meses parado tentando planejar para onde levá-lo. No final das contas, quando se trata desse espaço, sempre planejo melhor testando as coisas na prática.

Ando cheias de recados e reflexões por aqui, mas isso também faz parte das novidades. Então, bora escrever menos e fazer mais.

Ilustração de Luiza Pannunzio.
Ilustração de Luiza Pannunzio.
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Depois de Nova York

Não é nenhum segredo que desde que voltei de Nova York o blog está aos trancos e barrancos. Tanto que, de lá para cá, fiz apenas 9 posts. Posts grandes, detalhados, com fotos, alguns com montagens, mas no final das contas, apenas 9. Ontem foi o último.

 

E, ao finalmente chegar ao post final da minha viagem devo dizer que o sentimento é dúbio: por um lado, sinto um enorme alívio pois, como eu não queria postar nada diferente enquanto não terminasse os relatos da viagem, o blog passou basicamente 8 meses “encalhado” nesse tema, afinal cadê tempo para escrever o post, escolher as fotos, fazer as montagens? Então, ufa! Agora volto me sentir a vontade parar voltar a falar de outras coisas.

 

Por outro lado, o saudosismo (sentimento quase permanente na minha vida canceriana) bate com uma força especial. Passados tantos meses dessa viagem, olho para ela como um marco. Além de ter sido um sonho realizado e de ter sido pedida em casamento em Nova York, assim que voltei fui demitida da agência onde trabalhava. Foi a primeira vez que isso aconteceu na minha carreira e, como foi uma consequência da crise e não de nada que eu pudesse ter evitado, fiquei um tanto perdida. A viagem, portanto, marca meus últimos instantes de um conforto – financeiro e psicológico – que foi embora sem avisar. Desde então sinto que, em vários aspectos, as coisas ainda não entraram nos eixos, então Nova York me traz a última memória da minha vida pré-furacão. Ao deixar os relatos dessa viagem para trás, sinto que também estou deixando essa parte saudosa da minha vida onde estava tudo mais bem reconhecível que agora. Mas a vida é assim: segue. E, a partir de agora, o blog também pode seguir rumo a novos temas e a outras transformações que estou planejando.

 

Novamente é possível que o blog entre em um hiato (ok, ele meio que já está em um), pois estou planejando uma mudança mais profunda nele que envolve layout, linha editorial, parcerias. E como tudo na vida envolve tempo e dinheiro, coisas que estamos sempre em falta e estão especialmente em falta para mim esse ano, eu ainda não sei o ritmo que vou conseguir imprimir nessas mudanças. Mas elas virão, pois precisam vir. Minha vida mudou muito, eu mudei muito e o caminho natural do blog é também se transformar.

 

Então, me despeço da vida pré-NYC e abraço de uma vez por todas o que veio (e vem) depois de Nova York.

 

ja não sou como era antes

 

 

(imagem via)

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30 antes dos 30 | New York

Eu não sei o que fizeram com este ano, mas parece que faz apenas três dias que fiz a minha lista de 30 coisas para fazer antes dos 30 anos, mas lá se foram 8 meses e, meu Deus, não risquei quase nenhum dos 30 itens! Mas, este mês que passou concluí um item MUITO legal e também um antigo sonho meu, o número 3 da lista,  conhecer Nova York.

 

30 antes dos 30 2

 

Com o dólar cada vez mais alto realmente não era o momento 100% certo de ir para os Estados Unidos, mas a custa de muitas marmitas, conseguimos guardar a graninha que precisávamos e a viagem foi simplesmente incrível! Tudo deu super certo e até locais onde normalmente se perde muito tempo em filas enormes como o Empire State Building e a Estátua da Liberdade estavam super tranquilos nos dias que visitamos. Isso me deixou muito feliz pois, como era minha primeira vez nesse destino que eu sonhava muuuito em conhecer, eu queria ver muita coisa, então fiz um roteiro bem apertado. No fim das contas, como quase não pegamos filas e se locomover em Manhattan é super fácil, concluímos quase o roteiro todo, uma dádiva!

 

Já estou planejando posts sobre a viagem e também quero dar um gás no desafio 30 antes dos 30 porque, né, tenho poucos meses pela frente agora, hahaha! Mas, enquanto não chegam os posts com as dicas de Nova York, aí vai um gostinho do que foi essa semana inesquecível que eu e o Bruno passamos lá.

 

 new york montage

 

 

Sim, sim, estou tentando melhorar as coisas por aqui, começando pelas montagens. Paciência, tô tentando gente!

 

Em breve, volto com posts da viagem hein? ;) 

 

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30 antes dos 30 – Leitura | Divã

Eu não vi o filme, nem a série. Mas o livro Divã tava ali nas indicações da biblioteca e pareceu tão gostosinho de ler que peguei.

 

divã livro

 

O livro conta, em primeira pessoa, as sessões de terapia que Mercedes, uma quarentona casada e com três filhos, passa a ter para tentar entender a multidão de gente que tem na cabeça dela. Essa mulher aparentemente tranquila e bem resolvida é daquelas que tem uma cabeça que não para, que questiona muito, mas guarda tudo muito bem e por fora parece equilibrada e feliz com a vida que leva. Além disso ela se cobra pra caramba o que fez com que rolasse uma identificação forte.

 

No livro ela vai conversando com seu terapeuta, Lopes, e a cada relato a gente vai descobrindo o que está acontecendo na vida dela.

 

Peguei o livro achando que ia ser gostosinho, mas bobinho, e me surpreendi muito. Achei o texto da Martha Medeiros delicioso, inteligente, cheio de ótimas tiradas e pequenas reflexões mas de maneira muito leve e divertida. Muito bem escrito mesmo. Com tempo você lê o livro de uma vez só de tão dinâmico e gostoso que é: capítulos curtos, sem enrolação, mas com conteúdo.

 

Li rapidinho e terminei querendo ser amiga de Mercedes. E de ler mais Martha Medeiros. E de ver o filme. E de ver a série.

Gostei muito!

 

 

30 antes dos 30 2

 

O 30 antes dos 30 é uma lista com 30 coisas que quero fazer antes de completar 30 anos. Uma delas é ter lido pelo menos 200 livros até lá. No momento faltam 335 dias para a chegada dos trintão e eu já li 145 livros. Quer saber o que tem no resto da lista? Ela está completinha aqui.

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